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Zeta Ophiuchi - Uma Estrela Fugitiva


Como um barco navegando pelos mares cósmicos, a estrela fugitiva Zeta Ophiuchi produz o arco interestelar ou uma onda de choque vista nessa surpreendente paisagem infravermelha obtida pela sonda WISE. 

Nessa visão em cores falsas, a estrela azulada Zeta Oph, uma estrela que é aproximadamente 20 vezes mais massiva que o Sol, localiza-se próximo do centro da imagem, movendo-se em direção ao topo da foto a uma velocidade de 24 quilômetros por segundo. 

Seu forte vento estelar precede a estrela, comprimindo e aquecendo a poeira interestelar e dando a forma curva à onda de choque. Ao redor dela estão nuvens de material relativamente não perturbado pela ação da estrela. 

O que faz com que essa estrela esteja em movimento? A Zeta Oph foi provavelmente uma vez no passado um membro de um sistema binário, sua estrela companheira era mais massiva e então de vida curta. Quando a estrela companheira explodiu como uma supernova, ela perdeu massa de maneira catastrófica, esse evento lançou a Zeta Oph para fora do sistema. 

A uma distância de 450 anos-luz da Terra, na direção da constelação de Ophiuchus, a Zeta Oph é 65000 vezes mais luminosa que o Sol e seria uma das estrelas mais brilhantes do céu se ela não estivesse escondida no meio de uma densa nuvem empoeirada. A imagem do Wise se espalha por aproximadamente 1.5 gruas ou 12 anos-luz considerando a distância da Zeta Ophiuchi.

Nasa divulga imagem de estrela em formação

A imagem apresenta a estrela em formação em meio a uma nuvem de gás, 
poeira e outras novas estrelas. Foto: EFE

A Agência Espacial Americana, Nasa, divulgou nesta terça-feira a fotografia do nascimento de uma estrela. A imagem, que apresenta a estrela em formação em meio a uma nuvem de gás, poeira e outras novas estrelas, foi feita pelo telescópio em infravermelho da sonda Wise (Wide-field Infrared Survey Explorer). As informações são da agência EFE.

A Wise começou a transmitir fotos do espaço no dia 14 de janeiro deste ano e os astrônomos da Nasa afirmam que já receberam mais de 250 mil imagens em alta resolução vindas do telescópio da sonda.

Telescópio descobre 95 asteroides 'próximos' da Terra

Ponto em vermelho no centro da imagem é um dos asteroides descobertos pelo Wise
Foto: Nasa/Divulgação

noticias.terra.com.br

A maioria dos meteoros que atingem a Terra são tão pequenos que queimam na atmosfera antes de atingir o solo causando, no máximo, uma bela luz no céu. Contudo, enormes rochas já atingiram nosso planeta, deixaram crateras gigantes e alguns podem ter sido responsáveis por eventos de extinção em massa, como o fim dos dinossauros. Hoje em dia, um desses asteroides poderia destruir uma cidade inteira ou fazer algo até pior.

O telescópio Wise, da Nasa - a agência espacial americana -, que observa o céu em infravermelho, descobriu em pouco mais de 6 meses 25 mil novos asteroides, sendo 95 considerados "próximos da Terra". As informações são do Discovery News.

"Próximo da Terra", para os astrônomos, é 30 milhões de milhas (cerca de 48 milhões de km), quase um terço da distância da Terra até o Sol. Contudo, os cientistas afirmam que não há uma ameaça de "juízo final" nos dados do Wise.

Asteroides são facilmente descobertos no infravermelho porque eles são mais quentes que os astros que os circundam, por isso eles brilham nas imagens do Wise. Os asteroides são considerados importantes, já que se acredita que eles contribuíram com o surgimento da vida na Terra - cientistas afirmam que água, aminoácidos e outros elementos chegaram aqui por eles.

Além disso, os asteroides próximos são alvos potenciais para a exploração humana, inclusive como previsto na política espacial do presidente americano Barack Obama. Esses corpos podem ser utilizados como laboratório para uma possível viagem a Marte, e descobrir 95 que estão próximos ao nosso planeta é uma grande ajuda.

Nasa divulga imagem de brilhante galáxia espiral azul

A imagem, que foi capturada pelo telescópio Wise, mostra a galáxia com a sua brilhante espiral azul celeste.Foto: EFE

noticias.terra.com.br

A Agência espacial americana, Nasa, divulgou nesta segunda-feira a imagem da galáxia Messier 83, conhecida como M83. A M83 é relativamente próxima à nossa Via Láctea e possui uma estrutura global similar a ela, porém tem a metade do diâmetro.

A imagem, que foi capturada pelo telescópio infravermelho do explorador Wise, mostra a galáxia com a sua brilhante espiral azul celeste. Segundo astrônomos, a Messier 83 se encontra a 15 milhões de anos luz da constelação Hydra.

Mapa do céu revela 25.000 novos asteroides, 95% próximos à Terra

Imagem da galáxia Messier 83, feita pelo satélite Wise durante sua varredura do céu. Nasa/JPL

estadao.com.br 

Um dos mais novos telescópios espaciais da Nasa avistou 25.000 asteroides nunca antes encontrados nos últimos seis meses. Desses, 95% são considerados "próximos da Terra", mas na linguagem da astronomia isso significa que se encontram até 48 milhões de quilômetros de nós. Nenhum representa uma ameaça para o futuro imediato.

Chamado Wise - sigla em inglês de Explorador de Varredura Infravermelha de Campo Amplo - o telescópio completa sua primeira varredura completa do céu neste sábado, e em seguida inicia outra rodada.

O que torna o Wise especial é sua capacidade de enxergar através de véus impenetráveis de poeira, captando o calor de objetos que são invisíveis para os telescópios comuns.

"A maioria dos telescópios se concentra nos objetos mais quentes e brilhantes do Universo", disse Richard Binzel, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts. "O Wise é especialmente sensível para ver o que é frio e escuro,. o que daria para chamar de os objetos ocultos do Universo". 

Além dos asteroides, o Wise avistou 15 novos cometas. Ele encontrou centenas de possíveis anãs marrons, corpos que são maiores que planetas mas menores que estrelas, e confirmou 20 delas, incluindo a mais fria já descoberta.

Nasa divulga imagem de gigantesco berçário de estrelas


do Terra

A Nasa divulgou uma imagem em infravermelho registrada pelo telescópio Wise da nebulosa Tarântula, localizada no sul da constelação de Dourado, na Grande Nuvem de Magalhães, uma das galáxias mais próximas à Via Láctea. A nebulosa é a maior região de formação de estrelas conhecida no Grupo Local (que engloba 30 galáxias, incluindo a gigante Andrômeda), com cerca de 1,9 mil anos-luz de comprimento.

A Grande Nuvem de Magalhães está a 160 mil anos-luz da Via Láctea, considerada próxima em termos galácticos. Além disso, a vizinha está orbitando a nossa galáxia e esse movimento causa a compressão de gás e poeira na sua borda principal, o que leva à grande quantidade de nascimentos de estrelas em Tarântula.

A imagem divulgada na verdade é um mosaico formado com registros dos quatro detectores infravermelhos do Wise. O azul e o ciano representam comprimento de onda de 3,4 e 4,6 microns, espectros dominados pela luz de estrelas. Verde e vermelho representam a luz entre 12 e 22 microns, que registra a poeira estelar quente.

NASA registra nebulosas Coração e Alma

de INFO Online

As nebulosas Coração e Alma aparecem nesse mosaico de imagens em infravermelho feitas pelo telescópio WISE, da NASA.

A dupla está localizada na Constelação de Cassiopéia, a seis mil anos luz, e constitui um grande complexo de formação de estrelas.

São mais de 580 anos-luz de comprimento que fazem parte do braço Perseu da nossa galáxia, a Via Láctea.

À esquerda está a nebulosa Coração, também chamada de IC 1805. Seu apelido se deve à sua semelhança com o órgão humano. À direita temos a Alma, também chamada de embrião, IC 1848.

Ambas estão repletas de bolhas, sopradas na poeira pela radiação e vento das estrelas. Esses corpos nas nebulosas têm apenas alguns milhões de anos – bebês se comparados, por exemplo, ao nosso Sol e seus cinco bilhões de anos.

Na foto, o azul e o ciano representam comprimentos infravermelhos de 3,4 e 4,6 microns – essencialmente a luz das estrelas. Verde e vermelho são a luz a 12 e 22 microns emitida pela poeira quente.

Asteróides cruzam imagem da nebulosa Girino

Enquanto fotografava a Nebulosa Girino, o telescópio infravermelho WISE registrou a passagem de dois asteróides.

Esta região de formação de estrelas, com sóis muito jovens de apenas um milhão de anos, está localizada na constelação de Auriga, a 12 mil anos-luz da Terra.

Ela tem esse nome porque suas estrelas jovens e quentes emitem radiação ultravioleta que assume a forma de dois girinos, chamados Sim 129 e Sim 130 (eles aparecem no borrão amarelo, perto do centro da imagem).

O WISE capturou a passagem do asteróide chamado de 1719 Jens quando este deixou rastros pela imagem - vistos como uma linha amarela-esverdeada de pontos (ressaltada nos quadrados próximos ao centro).

Um segundo asteróide também foi visto, ressaltado nas caixas próximas ao canto superior esquerdo. Outros dois satélites também aparecem na imagem (ressaltados nos ovais).

O movimento dos asteróides parece mais lento do que os satélites porque eles estão muito mais longe, aparecendo como pontos registrados em diferentes frames – e não rastros inteiros.

 O 1719 Jens foi descoberto em 1950 e orbita no cinturão de asteróides entre Marte e Júpiter. Ele tem 19 km de diâmetro e completa uma volta ao redor do sol a cada 4,3 anos.

NASA fotografa Nebulosa Califórnia

de INFO Online

A Agência Espacial Americana usou o Wide-field Infrared Survey Explorer, ou WISE, para registrar a Nebulosa Califórnia.

Esta região formadora de estrelas aparece em verde na diagonal da imagem.

Ao fundo, a NASA também capturou uma das estrelas mais brilhantes da constelação de Perseu chamada Menkhib (no canto superior esquerdo, perto da nuvem vermelha). Ela é uma das estrelas mais quentes vistas no céu noturno.

Por causa de suas altas temperaturas, mais de 37 mil graus Kelvin – ou seis vezes mais quente que o Sol, ela aparece azul-esbranquiçada ao olho humano.

Ela tem cerca de 40 vezes a massa do nosso Sol e fornece 330 mil vezes sua quantidade de luz. Os fortes ventos estelares soprados por ela criam uma onda de choque que aquece a poeira ao redor – que é vista em vermelho pelas lentes do WISE.

Menkhib e a Nebulosa Califórnia estão a cerca de 1800 anos-luz da Terra e ficam no mesmo braço da Via Láctea que a Terra.

NASA procura pela Estrela da Morte

Ilustração mostra o tamanho estimado da Nemesis, ou
Estrela da Morte, perto de outros corpos.
Suspeita-se que ela seja uma anã-marrom. 
Na sequência: o Sol (sun), uma estrela de pouca massa, 
uma anã-marrom, Júpiter e a Terra.

Um objeto misterioso ronda um planeta sem ser notado. Invisível a seus habitantes, ele seria responsável pelo aniquilamento periódico da vida.

Se vivêssemos há muito tempo, em uma galáxia muito, muito distante, haveria sérias razões para temer que Darth Vader estivesse perto do pequeno planeta azul a bordo de sua nave Estrela da Morte.

No entanto, nos dias de hoje, bem aqui no Sistema Solar e longe da saga Star Wars, cientistas suspeitam da existência de um objeto desconhecido que pode ter sido responsável por grandes extinções em massa na Terra.

A Nemesis, também conhecida como Estrela da Morte, seria uma estrela anã vermelha ou marrom maior do que Júpiter. Sua presença afetaria periodicamente o cinturão de asteróides que ronda nosso sistema, enviando detritos em direção aos planetas.

Na ausência de um mestre Yoda para localizar o objeto apenas com a força, a Agência Espacial Americana conta com seu recém-lançado instrumento WISE (Wide-field Infrared Survey Explorer), que começou a funcionar em 14 de janeiro, para confirmar ou refutar de vez a existência desse corpo celeste.

Mas, por que a NASA investigará algo que nunca viu? E o que seria a Estrela da Morte? Na verdade, a Nemesis é uma teoria proposta para explicar os ciclos de extinção em massa na Terra – como o asteróide que aniquilou os dinossauros há 65 milhões de anos.

O Sistema Solar é cercado por um cinturão de corpos chamado Nuvem Oort. Se nosso Sol fizesse parte de um sistema binário, no qual duas estrelas estão gravitacionalmente presas a um centro de massa comum, a interação entre elas poderia perturbar a Nuvem de Oort de tempo em tempos, regularmente enviando cometas em nossa direção.

Esse ideia não é improvável, já que um terço das estrelas na Via Láctea são binárias ou parte de um sistema múltiplo. Anãs vermelhas também são muito comuns – seriam o tipo mais comum da galáxia.

Já anãs-marrons são difíceis de localizar e, por isso, astrônomos nunca teriam conseguido visualizar a suposta Estrela da Morte. Por serem mais frias, somente com infra vermelho é possível achá-las – daí a importância do WISE na história.

No entanto, apesar de muitas explicações, a teoria de que cometas venham causando destruições periódicas na Terra também não foi comprovada – deixando muito espaço para discussão. Quer tenha ou não causado extinções anteriores, surgem novos dados que indicariam a existência de um companheiro para o Sol.

Na Astrobiology Magazine, uma publicação da NASA, a Agência fala, por exemplo, da descoberta recente de um planeta anão chamado Sedna. Com uma órbita muito grande e incomum, entre 76 e 975 vezes a distância da Terra para o Sol, ele levaria até 12 mil anos para fazer a volta completa no astro. Esses números estranhos fizeram com que alguns cientistas afirmassem que a localização de Sedna simplesmente não fazia sentido. Afinal, ela nunca chega perto o suficiente para ser afetado pelo Sol, mas não se afasta o suficiente para ser afetado por outras estrelas.

Daí a existência de um objeto desconhecido seja responsável pela localização do planeta. Alguns cientistas estimam que Nemesis esteja a cerca de um terço de ano-luz do Sol – para efeito de comparação, a estrela mais próxima conhecida é Proxima Centauri, a 4,2 anos-luz.

Antes que a polêmica cresça ainda mais, a NASA pretende resolver o mistério. Parte da missão WISE é justamente vasculhar o céu em busca de anãs-marrons a até 25 anos-luz de distância. O mapeamento deve terminar em outubro e, a partir da análise dos dados, os cientistas devem enfim descobrir a verdade sobre a existência da Estrela da Morte. Que a força esteja com ele.

de INFO Online

Sonda da NASA fotografa Nebulosa Coração

A sonda WISE, Wide-Field Infrared Survey Explore, registrou uma nebulosa a seis mil anos-luz da Terra.

Conhecida como Nebulosa Coração, ou IC 1805, ela é uma região de formação de novas estrelas, rica em poeira e gás.

Localizada na constelação de Cassiopéia, ela foi registrada pelas câmeras infravermelhas da Agência Espacial Norte Americana.

Satélite Wise vê cometa e nascimento de estrelas

Missão do satélite é fazer um mapa de todo o céu, na frequência de radiação infravermelha.

estadao.com.br

A agência espacial americana publicou nesta quarta-feira, 17, quatro novas imagens processadas dentre as milhares já enviadas para a Terra pelo satélite Explorador de Pesquisa Infravermelha em Campo Amplo, ou "Wise", na sigla em inglês. O satélite está operando desde 14 de janeiro, com a missão de elaborar um mapa completo do céu na faixa de radiação infravermelha.

As fotos divulgadas nesta quarta trazem um cometa, uma nuvem onde ocorre intensa formação de novas estrelas, a galáxia de Andrômeda e um aglomerado distante de centenas de galáxias.

O cometa C/2007 Q3, também conhecido como Siding Spring, descoberto em 2007. Nasa

Uma das imagens traz o cometa Siding Spring. Durante sua missão, o Wise deverá descobrir dezenas de cometas, incluindo alguns que se aproximam da órbita da Terra.

Outra foto revela uma região onde há nascimento de estrelas, chamada NGC 3603, a 20 mil anos-luz, no chamado braço Carina da nossa galáxia, a Via-Láctea. Centenas de regiões semelhantes devem ser avistadas pelo telescópio espacial.

O nascimento de estrelas aquece o gás ao redor, que brilha, gerando a imagem acima. Nasa

A terceira imagem é da galáxia de Andrômeda. Esta é a galáxia mais próxima da Via-Láctea e fica a cerca de 2,5 milhões de anos-luz.

Andrômeda, a galáxia mais próxima da Via-Láctea, foi fotografada pelo Wise. Nasa

A quarta foto vai ainda mais longe, revelando uma região onde centenas de galáxias aglomeram-se no chamado aglomerado de Fornax, a 60 milhões de anos-luz.

O aglomerado de Fornax, uma reunião de centenas de galáxias distantes. Nasa

A missão Wise deve fotografar todo o céu uma vez e meia até outubro, quando o material refrigerante necessário para manter o satélite na temperatura adequada de funcionamento terá se esgotado.

Sonda da Nasa detecta presença de asteroide próximo à Terra

Agência afirma que não há risco do corpo celeste, que tem um quilômetro de diâmetro, impactar o planeta.

A sonda "Wise", operada pela Nasa, detectou um asteroide próximo à Terra, informou nesta terça-feira, 26, a agência espacial americana. Este é o primeiro das centenas de objetos próximos ao planeta que se espera que a sonda detecte em sua missão de varrer o espaço com sensores infravermelhos.

"Não existe nenhum risco de este asteroide impactar a Terra", ressaltou a Nasa em um comunicado. O corpo celeste, batizado com o nome de 2010 AB78, foi descoberto pela "Wise" em 12 de janeiro.

Os instrumentos da sonda observaram o asteroide durante um dia e meio, até que ele saiu de seu campo de visão. Posteriormente, os cientistas utilizaram o telescópio de um observatório do Havaí para confirmar a descoberta, destacou a Nasa.

"Estamos encantados por achar nosso primeiro objeto próximo à Terra", disse Amy Mainzer, cientista da missão no Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) da agência espacial. Mainzer explicou que há muitas sondas que buscam objetos desse tipo próximos à Terra, mas todos com luz visível.

No entanto, alguns asteroides são escuros e não refletem muito a luz solar. Mas como têm temperatura, podem ser detectados por instrumentos com sensores infravermelhos.

Neste momento, o asteroide encontra-se a cerca de 158 milhões de quilômetros da Terra. Calcula-se que seu diâmetro seja de aproximadamente um quilômetro e que gire em torno ao sol em uma órbita elíptica.

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