Mostrando postagens com marcador LHC. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador LHC. Mostrar todas as postagens

“Partícula de Deus” pode ter sido finalmente encontrada

A partícula mais cobiçada pelos físicos pode ter sido finalmente encontrada por Anderson Estevan.

O bóson de Higgs, ou "partícula de Deus", como vem sendo chamada, parece pode ter sido encontrada. Foi o que disseram cientistas do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern) em um seminário que ocorreu nesta terça-feira, em Genebra, na Suíça. Mesmo sem confirmar, eles afirmam ter indícios do que possa vir a ser a partícula tão procurada.

Acredita-se que o bóson de Higgs seja a primeira partícula com massa após o Big Bang e que ela tenha sido responsável pela existência de massa em todas as partículas do universo. Sem ele, não haveria massa nos objetos.

Após experimentos realizados com o Grande Colisor de Hádrons (LHC), dois grupos autônomos de pesquisa que trabalham nesta busca, o Atlas e o CMS, registraram padrões compatíveis com o modelo de Higgs, ou seja, estima-se que a partícula esteja na faixa de massa aproximada de 124-125 Giga elétron-volts (GeV).

Até agora, nenhum dos grupos havia tido acesso ao desempenho do outro e mesmo assim chegaram a resultados próximos. Embora ainda não haja dados suficientes para garantir a descoberta, se a partícula existe, os cientistas já sabem onde ela se encontra. O simples fato de que Atlas e CMS chegaram a um ponto de dados comum em seus estudos já foi suficiente para causar excitação na comunidade de física de partículas.

Detector de matéria escura parte amanhã do Cern rumo à ISS

Folha.com

O Espectrômetro Alfa Magnético (AMS, sigla em inglês), instrumento projetado para detectar a antimatéria e a matéria escura, sairá nesta terça-feira (24/08/2010) do Laboratório Europeu de Física de Partículas (Cern), em Genebra, Suíça.

Esta é uma nova etapa de sua viagem em direção à Estação Espacial Internacional (ISS).

O detector AMS será transportado do Cern até o Aeroporto Internacional de Genebra, onde permanecerá até quinta-feira (26/08/2010), quando voa até o Centro Espacial Kennedy, da Nasa (agência espacial americana), na Flórida (EUA), a bordo de um avião da Força Aérea americana.

O AMS vai examinar aspactos fundamentais sobre a matéria e a origem do Universo, diretamente do espaço, e seu principal objetivo científico é a busca da chamada "matéria escura", que se supõe corresponder a 23% do Universo, mas que ainda não foi detectada de fato.

O aparelho também buscará a antimatéria --partículas de mesma massa e rotação da matéria "comum", mas com carga elétrica oposta.

Os elementos do detector AMS foram construídos por uma equpe internacional com contribuições de vários países europeus.

Este programa científico do AMS complementa o que se desenvolve do Grande Colisor de Hádrons (LHC), conhecido como a "Máquina do Big Bang".

O LHC é o maior acelerador de partículas do mundo e se localiza no Cern, em um gigantesco túnel subterrâneo de 27 quilômetros de cirunferência, sob a fronteira entre a Suíça e a França.

Colisor de partículas bate recorde


de INFO Online

O Grande Colisor de Hádrons (LHC) bateu mais um recorde.

A máquina localizada na fronteira franco-suíça realizou 10 mil colisões por segundo, o dobro da taxa anterior.

De acordo com a BBC, este fim de semana o LHC também chegou a acelerar feixes com 100 bilhões de prótons – o número idealmente projetado para os experimentos. 

O LHC é um túnel de 27 km na fronteira Franco-Suíça. Ao longo dos últimos meses, os cientistas vêm aumentando lentamente a energia e intensidade das colisões de feixes de prótons em seu interior.

O objetivo dos experimentos é desvendar alguns dos mistérios do Universo, como a misteriosa matéria escura.

CERN passa a aceitar países-membros de fora da Europa

A Organização Europeia de Pesquisa Nuclear, CERN, que abriga o Grande Colisor de Hádrons (LHC), atualmente o maior experimento científico em andamento no mundo, vai passar a aceitar como sócios todos os países que se qualifiquem, e não mais apenas Estados europeus.

Até agora, o centro de estudos nos arredores de Genebra, que conta com orçamento anual de US$ 8,7 bilhões, vinha admitindo apenas nações da Europa como membros plenos, embora muitos outros países participem dos trabalhos.

"Trata-se de um enorme salto para a física de partículas, e que reconhece a crescente globalização do campo", disse Michel Spiro, presidente do conselho administrativo do CERN, que tomou a decisão no fim de semana.

Rolf Heuer, diretor-geral do centro cujos cientistas já receberam diversos prêmios Nobel e onde a World Wide Web foi inventada, disse que a mudança reflete o interesse mundial nas pesquisas sobre a origem do universo.

A mudança não significa que mais dinheiro será, necessariamente, recebido pelo CERN, que conta com um orçamento fixo de cinco anos, rateado entre os países-membros, diz o porta-voz James Gilles.

Mas significa que passa a haver uma fonte extra de verbas para a organização que, segundo críticos, absorve dinheiro que poderia ser usado em questões de aplicação prática. Os defensores do CERN lembram que as pesquisas realizadas lá geram vários benefícios econômicos e médicos indiretos.

Fundado em 1954 por 12 países europeus com o objetivo de restaurar o papel do continente na pesquisa física depois da 2ª Guerra Mundial, o Cern hoje tem 20 membros plenos, mas há mais de 8.000 cientistas, de 80 países, trabalhando em seus programas.

Seis países de fora da Europa são membros-observadores do CERN - Índia, Israel, Japão, Rússia, Turquia e EUA - bem como a Comissão Europeia e a Unesco. Entre esses, tanto Israel quanto Turquia - e também Chipre, Sérvia e Eslovênia - devem se tornar membros plenos ainda neste ano.

O plano permite que a categoria dos observadores seja substituída por uma de membros associados, que funcionaria como uma antessala para a conversão em membro pleno.

Unesp lança jogo de computador para ensinar física quântica

Micronave tem que capturar partículas menores do que um átomo.
Game é distribuído gratuitamente e roda em Windows, Linux ou Mac.

Entender como funcionam as menores partículas conhecidas pela ciência ficou mais fácil a partir desta segunda-feira (10/05/2010). A Universidade Estadual Paulista (Unesp) acaba de lançar um jogo para que jovens aprendam as bases da física quântica.

Usando uma nave espacial microscópica, o jogador recebe uma missão relacionada a partículas elementares. Na primeira fase, por exemplo, a nave deve capturar e identificar múons e quarks para identificação. O jogo, batizado de 'Spracegame', é grátis. Baseado na linguagem Java, ele pode rodar em computadores com Windows, Linux ou Mac. (Foto: Reprodução)

O jogo foi criado pelo Centro Regional de Análise de São Paulo (Sprace, na sigla em inglês), um dos grupos de cientistas brasileiros responsáveis por interpretar os dados gerados pelo acelerador gigante de partículas LHC, na Europa.

Com o jogo, o Sprace pretende popularizar as teorias mais modernas sobre as partículas muito menores do que um átomo, que são analisadas dentro do LHC.

A Reinvenção do Big Bang

Cientistas anunciaram ontem ter conseguido, pela primeira vez, a colisão de feixes de prótons no acelerador gigante de partículas LHC. “Muitas pessoas esperaram muito tempo por este momento, mas sua paciência e dedicação estão começando a render dividendos”, comemorou Rolf Heuer, diretor-geral da Organização Europeia para Pesquisa Nuclear (Cern, na sigla em francês, a instituição responsável pelo LHC).

Este é o maior experimento científico do mundo e consiste em colidir partículas no nível mais alto de energia já tentado, recriando as condições presentes no momento do Big Bang, que teria marcado o nascimento do universo há 13,7 bilhões de anos.

O Grande Colisor de Hádrons (LHC sigla em inglês) foi colocado em um túnel subterrâneo circular de 27 km de extensão sob a fronteira da França com a Suíça. As partículas começaram a circular em novembro de 2009. O experimento havia sido fechado em setembro de 2008 por causa de superaquecimento.

Depois de duas tentativas frustradas durante a madrugada, os cientistas tiveram êxito. De acordo com os pesquisadores, a experiência abre portas para uma nova fase da física moderna, ajudando a responder a muitas perguntas sobre a origem do universo e da matéria.

As colisões múltiplas a uma energia recorde (7 TeV, ou 7 trilhões de eletronvolts) criam “Big Bangs em miniatura”, produzindo dados que os cientistas vão passar os próximos anos analisando.

Acelerar prótons a 7 trilhões de eletronvolts significa que eles correm a 99,99% da velocidade da luz (cerca de 300 mil km por segundo), ou 11 mil voltas por segundo no megatúnel de 27 km. [Fonte: Jornal AN]

Perto da Ficção

Acelerador de partículas bate recorde.
Cientistas conseguem fazer feixes de prótons viajarem a uma velocidade próxima à da luz
Cientistas do maior colisor de partículas do mundo, o LHC, conseguiram obter choques de prótons geradores de uma energia de 7 TeV (tera ou trilhão de elétron volts), a energia máxima almejada pelo laboratório. A intenção é recriar as condições que teriam gerado o Big Bang, a explosão que deu origem ao universo conhecido, há quase 14 bilhões de anos.Em novembro, o equipamento já havia atingido a marca de 1,18 TeV – posteriormente, ainda chegando a 2,36 TeV, em 2009 –, e com isso já se tornando o acelerador de partículas de energia mais alta do mundo.– Isto é física em ação, o início de uma nova era, com colisões de 7 TeV – disse Paola Catapano, cientista e porta-voz do Centro Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern, em francês), de Genebra, Suíça.Os aplausos foram intensos nas salas de controle quando os detectores do Grande Colisor de Hadrons (LHC, em inglês), instalado na fronteira entre França e Suíça, marcaram o choque de partículas subatômicas a uma velocidade próxima à da luz (300 mil km/segundo). O colisor possui um túnel oval de 27 quilômetros de comprimento e custou US$ 10 bilhões (R$ 18 bilhões).– Estamos abrindo as portas à Nova Física, a um novo período de descobertas na história da humanidade – comentou, entusiasmado, Rolf Dieter Heuer, diretor geral do Cern.Cada colisão entre as partículas cria uma explosão que permite que os cientistas vinculados ao projeto em todo o mundo rastreiem e analisem o que aconteceu num nanossegundo (bilionésima parte do segundo) depois do hipotético Big Bang original, 13,7 bilhões de anos atrás.O Cern reativou o LHC em novembro, depois de paralisá-lo nove dias depois do lançamento inicial, em setembro de 2008. O motivo da interrupção: superaquecimento em um cabo supercondutor.Os cientistas esperam que a grande experiência lance luz sobre mistérios importantes do cosmos, como a origem das estrelas e dos planetas e o que exatamente é a matéria escura.

Duas agulhas chocam-se no Atlântico
O grau de dificuldade da experiência é extremo. Steve Myers, diretor de aceleradores e tecnologia do Cern, faz uma boa comparação:– Alinhar os feixes de prótons seria o mesmo que disparar duas agulhas, uma de cada lado do Oceano Atlântico, e esperar que elas colidam de frente, no meio do caminho.Os físicos estão se concentrando na identificação do bóson de Higgs – a partícula que recebeu o nome do professor escocês Peter Higgs, que, três décadas atrás, sugeriu que algo como ela torna possível a conversão da energia liberada e da matéria gasosa expelida no Big Bang em massa.Tentativas anteriores de encontrar a partícula fracassaram. Segundo os físicos, a presença dela no cosmos permitiu que os escombros gasosos após o Big Bang se transformassem em galáxias, com estrelas e planetas.Os cientistas esperam encontrar evidência concreta da matéria escura, que acredita-se ser responsável por cerca de 25% do universo. Apenas 5% do universo representa material visível, que reflete a luz.Muitos cosmologistas dizem que portais podem ser abertos, já que podem existir outros universos paralelos e de dimensões além das cinco até agora conhecidas. [Fonte: Jornal DC]

Posição Planetária Atual - Clique na imagem Posição Planetária Atual - NASA

O céu da sua cidade - Clique aqui - Apolo11.com

O Sol Agora - Clique na imagemPosição Planetária Atual - NASA
Symphony of Science
Através do Buraco de Minhoca