"Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo é uma alegria para mim compartilhar uma época e um planeta com você." - Carl Sagan
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Após 18 anos, "Super Lua Cheia" acontece neste sábado
Do Terra
Se você tiver a impressão que a Lua está um pouco maior e mais brilhante neste fim de semana(19-03-2011), existe uma razão para isso. A Lua Cheia deste sábado será uma super "lua perigeu" - a maior em quase 20 anos. Este fenômeno é bem mais raro do que a famosa Lua Azul, que acontece uma vez a cada dois anos e meio. As informações são da CNN.
"A última Lua Cheia tão grande e tão perto da Terra ocorreu em março de 1993", disse Geoff Chester, do Observatório Naval dos EUA, em Washington. "Eu diria que ela vale uma olhada."
Segundo o pesquisador, no perigeu a Lua fica cerca de 50 mil km mais perto da Terra do que quando está no ponto mais distante de sua órbita, também conhecido como apogeu. "Luas perigeu são cerca de 30% mais brilhantes e podem parecer 14% maiores do que as Luas que ocorrem no lado do apogeu da órbita lunar," diz o site da Nasa.
A Lua Cheia vai nascer no leste ao pôr do sol e deve parecer especialmente grande quando estiver próxima ao horizonte por causa do que é conhecido como "ilusão da lua".
Mesmo que se tenha sensação de poder tocar o satélite, a Lua do sábado ainda estará a uma distância saudável - cerca de 356,577 km de distância.
A influência do satélite natural poderá ser sentido essencialmente nas marés, no entanto, os efeitos sobre a Terra são menores, e de acordo com estudos mais detalhados, a combinação da Lua estar em sua maior aproximação da Terra em sua configuração "lua cheia", não deve afetar o equilíbrio interno da energia do planeta.
China pretende lançar nova sonda lunar no início de outubro
estadao.com.br
O programa espacial chinês acelera os preparativos para lançar sua segunda sonda lunar, a Chang'e 2, que deve partir no próximo dia 1º/10/2010, sexta-feira, no 61º aniversário da fundação da República Popular da China, caso as condições meteorológicas permitam, informou a imprensa estatal nesta terça-feira.
O lançamento será realizado no mesmo local de onde partiu sua antecessora, Chang'e 1: a base de Xichang, na província de Sichuan (sudoeste do país), segundo destacou o jornal China Daily.
O tempo nublado e chuvoso na zona pode atrasar o lançamento, embora os meteorologistas prevejam dias ensolarados a partir de quinta-feira, dia 30.
Como no lançamento anterior, as agências de viagem locais buscam fazer negócio oferecendo por 800 yuans (cerca de US$ 119) um tour a uma zona a três quilômetros da base para acompanhar o lançamento.
A segunda sonda lunar chinesa testará novas técnicas de alunissagem e vai tirar fotos de alta resolução da superfície do satélite natural.
Além disso, entrará na órbita lunar com maior rapidez que seu antecessor, que demorou 13 dias terrestres a chegar. Já a Chang'e 2 o fará em cinco, e orbitará mais perto, a 100 quilômetros de altitude, contra 200 da Chang'e 1.
A Chang'e 1, que fez as primeiras imagens chinesas da Lua, foi lançada em 24 de outubro de 2007, e encerrou sua missão em 1º de março de 2009, quando caiu no solo lunar.
O programa espacial chinês trabalha fundamentalmente em dois projetos: o de voos tripulados (já realizou três) e o de prospecção lunar, que prevê a primeira alunissagem de uma sonda chinesa sem astronautas em 2013 e a primeira coleta de pedras em 2017.
Os dois programas poderiam convergir em 2025, quando algumas fontes próximas ao programa espacial chinês assinalam que o país deve enviar seus primeiros astronautas à Lua.
Eclipse da Lua terá um efeito ampliado
O eclipse lunar parcial que ocorrerá neste sábado, dia 26/06/2010, é o primeiro do ano, terá o seu efeito ampliado nos Estados Unidos, graças a um fenômeno conhecido como “Ilusão da Lua”. O eclipse começará às 10h17 (GMT, em português: Hora Média de Greenwich ou Hora de Greenwich), quando o satélite entra na sombra da Terra.
Em muitas partes dos Estados Unidos e do Canadá, o eclipse vai parecer maior porque a Lua estará muito perto do horizonte. Segundo a Nasa, a Lua será vista como “anormalmente grande através de feixe de árvores, edifícios e outros objetos em primeiro plano”. A explicação para isso não é compreendida.
Por causa do calendário, o eclipse não será visível a partir do Reino Unido ou na Europa. E o início da fase parcial será visto do oeste da América do Norte e da América do Sul, e na Índia no final do Japão e na Ásia Oriental.
No máximo, 54% do diâmetro da Lua serão encobertos. E isso ocorrerá às 04h38 hora do Pacífico nos Estados Unidos (11h38 GMT), com duração de quase três horas. Como a Lua, o Sol e a Terra não estão alinhados, o eclipse será parcial.
Em muitas partes dos Estados Unidos e do Canadá, o eclipse vai parecer maior porque a Lua estará muito perto do horizonte. Segundo a Nasa, a Lua será vista como “anormalmente grande através de feixe de árvores, edifícios e outros objetos em primeiro plano”. A explicação para isso não é compreendida.
Por causa do calendário, o eclipse não será visível a partir do Reino Unido ou na Europa. E o início da fase parcial será visto do oeste da América do Norte e da América do Sul, e na Índia no final do Japão e na Ásia Oriental.
No máximo, 54% do diâmetro da Lua serão encobertos. E isso ocorrerá às 04h38 hora do Pacífico nos Estados Unidos (11h38 GMT), com duração de quase três horas. Como a Lua, o Sol e a Terra não estão alinhados, o eclipse será parcial.
Fonte: Da Agência O Globo
Lua Dourada
Essa é só para admirar: uma vista do pôr da Lua nos Andes Chilenos, afundando por trás do Very Large Telescope (VLT), um conjunto europeu de quatro telescópios de 8 metros de diâmetro cada um. O tom amarelado é um reflexo da luz do Sol, que começava a despontar no lado oposto do horizonte naquele momento.
Não se trata de uma montagem. A Lua parece gigantesca na imagem porque está muito próxima da linha do horizonte e o contraste com objetos mais próximos no solo (neste caso, o VLT) faz ela parecer “aumentada”. Além disso, a foto foi feita com uma lente de 500 mm, o que cria uma “ilusão” de que todos os objetos na imagem estão a uma mesma distância do observador. Quando, na verdade, ela está a 384 mil km da Terra.
Não se trata de uma montagem. A Lua parece gigantesca na imagem porque está muito próxima da linha do horizonte e o contraste com objetos mais próximos no solo (neste caso, o VLT) faz ela parecer “aumentada”. Além disso, a foto foi feita com uma lente de 500 mm, o que cria uma “ilusão” de que todos os objetos na imagem estão a uma mesma distância do observador. Quando, na verdade, ela está a 384 mil km da Terra.
Fonte: Estadão.com
Porque a Lua Parece Maior no Horizonte?
A ilusão sobre o tamanho da Lua no horizonte já foi ponderada por centenas de anos. Este problema é comumente conhecido como Ilusão da Lua.
Todos nós, quando olhamos a Lua Cheia próxima do horizonte, avaliamos ilusoriamente que o seu tamanho é muito maior do que quando ela se encontra elevada no céu. Entretanto o diâmetro do disco lunar, ao invés de diminuir, até aumenta um pouco durante a ascensão da Lua.
Algumas pessoas especularam que existe algum efeito que faz a atmosfera agir como uma lente de aumento que amplia a Lua, fazendo-a parecer maior. O fato é que, na verdade, qualquer distorção causada pela atmosfera, faria a Lua parecer um pouco menor, e a explicação para a ilusão sobre o tamanho da Lua no horizonte nada tem a ver com a refração da luz na atmosfera e é um problema ainda não completamente esclarecido pela psicologia da percepção.
Um meio fácil de se comprovar esta ilusão visual é interpor uma pequena moeda entre o nosso olho e a Lua Cheia nascente. Constataremos que a distância da moeda ao nosso olho, quando encobre perfeitamente o disco lunar, não se altera à medida que a Lua se eleva. Desta forma estamos demonstrando que a imagem que temos na retina tem aproximadamente o mesmo tamanho, independentemente da posição da Lua no céu.
Outra maneira mais acurada de verificar que o tamanho do disco lunar permanece quase inalterado consiste em fotografar a Lua em momentos distintos nas mesmas condições de amplificação da câmara fotográfica. Não haverá diferença de tamanho do disco lunar nas duas fotografias.
Essa ilusão não ocorre apenas com a Lua mas igualmente com o Sol e outros objetos que passam por diferentes elevações no céu.
Uma das teorias que procura explicar esse fenômeno é chamada Ilusão de Ponzo, e diz que nossa mente tende a "enxergar" menor um objeto situado mais próximo, e maior um mais distante. Na figura abaixo, nossa avaliação é de que a imagem da xícara 1 é menor do que a imagem da xícara 2 e esta, por sua vez, menor do que a imagem da xícara 3. Na realidade as 3 imagens tem o mesmo tamanho! É a Ilusão de Ponzo.
Todos nós, quando olhamos a Lua Cheia próxima do horizonte, avaliamos ilusoriamente que o seu tamanho é muito maior do que quando ela se encontra elevada no céu. Entretanto o diâmetro do disco lunar, ao invés de diminuir, até aumenta um pouco durante a ascensão da Lua.
Algumas pessoas especularam que existe algum efeito que faz a atmosfera agir como uma lente de aumento que amplia a Lua, fazendo-a parecer maior. O fato é que, na verdade, qualquer distorção causada pela atmosfera, faria a Lua parecer um pouco menor, e a explicação para a ilusão sobre o tamanho da Lua no horizonte nada tem a ver com a refração da luz na atmosfera e é um problema ainda não completamente esclarecido pela psicologia da percepção.
Um meio fácil de se comprovar esta ilusão visual é interpor uma pequena moeda entre o nosso olho e a Lua Cheia nascente. Constataremos que a distância da moeda ao nosso olho, quando encobre perfeitamente o disco lunar, não se altera à medida que a Lua se eleva. Desta forma estamos demonstrando que a imagem que temos na retina tem aproximadamente o mesmo tamanho, independentemente da posição da Lua no céu.
Outra maneira mais acurada de verificar que o tamanho do disco lunar permanece quase inalterado consiste em fotografar a Lua em momentos distintos nas mesmas condições de amplificação da câmara fotográfica. Não haverá diferença de tamanho do disco lunar nas duas fotografias.
Essa ilusão não ocorre apenas com a Lua mas igualmente com o Sol e outros objetos que passam por diferentes elevações no céu.
Uma das teorias que procura explicar esse fenômeno é chamada Ilusão de Ponzo, e diz que nossa mente tende a "enxergar" menor um objeto situado mais próximo, e maior um mais distante. Na figura abaixo, nossa avaliação é de que a imagem da xícara 1 é menor do que a imagem da xícara 2 e esta, por sua vez, menor do que a imagem da xícara 3. Na realidade as 3 imagens tem o mesmo tamanho! É a Ilusão de Ponzo.
O mesmo é observado em relação a figura abaixo: embora as duas linhas tenham o mesmo tamanho, "enxergamos" a linha de cima, aparentemente mais distante, como maior.
Outra teoria bem aceita sobre este fenômeno é a do Achatamento da Abóbada Celeste. Segundo ela, para a maior parte das pessoas a abóbada celeste não parece ser um hemisfério, e aparenta ser achatada, mais extensa na direção do horizonte do que para cima. Quando temos uma formação de nuvens elevadas, distribuídas sempre à mesma altura do solo, nitidamente percebemos que elas estão mais distantes na direção do horizonte do que para cima, reforçando assim a concepção de que o horizonte se encontra mais afastado do que as partes altas da abóbada.
A teoria da Ilusão de Ponzo juntamente com a teoria Ilusão do Achatamento da Abóbada Celeste integram a mais plausível explicação para a ilusão sobre o tamanho da Lua no horizonte. Apesar de sempre termos na retina uma imagem da Lua com o mesmo tamanho, julgamos que ela seja maior quando está mais afastada de nós, isto é, no horizonte.
Uma outra explicação dada para o problema do tamanho do disco lunar recorre às referências terrestres, afirmando que subconscientemente comparamos as dimensões da Lua no horizonte com o tamanho dos prédios ou acidentes geográficos e que por não termos tais referências quando a Lua está elevada, a avaliamos menor. Essa explicação é refutada quando se verifica a permanência da ilusão mesmo na falta de referências no solo, como soe acontecer em alto mar ou em litorais planos.
Por enquanto, o que se sabe é que não há uma resposta certa, e o problema ainda permanece em aberto. Mas, em uma coisa as pessoas concordam: a Lua não muda fisicamente o seu tamanho ou sua distância da Terra enquanto se move no céu. Tudo se passa nas nossas mentes.
A teoria da Ilusão de Ponzo juntamente com a teoria Ilusão do Achatamento da Abóbada Celeste integram a mais plausível explicação para a ilusão sobre o tamanho da Lua no horizonte. Apesar de sempre termos na retina uma imagem da Lua com o mesmo tamanho, julgamos que ela seja maior quando está mais afastada de nós, isto é, no horizonte.
Uma outra explicação dada para o problema do tamanho do disco lunar recorre às referências terrestres, afirmando que subconscientemente comparamos as dimensões da Lua no horizonte com o tamanho dos prédios ou acidentes geográficos e que por não termos tais referências quando a Lua está elevada, a avaliamos menor. Essa explicação é refutada quando se verifica a permanência da ilusão mesmo na falta de referências no solo, como soe acontecer em alto mar ou em litorais planos.
Por enquanto, o que se sabe é que não há uma resposta certa, e o problema ainda permanece em aberto. Mas, em uma coisa as pessoas concordam: a Lua não muda fisicamente o seu tamanho ou sua distância da Terra enquanto se move no céu. Tudo se passa nas nossas mentes.
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