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Imagem de Campo-Largo do Centro Galáctico


De Sagitário a Escorpião, o centro da Via Láctea é verdadeiramente uma esplêndida parte do céu nocturno do planeta Terra. A linda região foi capturada nesta imagem de campo-largo que se prolonga por aproximadamente 30 graus. A impressionante paisagem cósmica, obtida em 2010, mostra detalhadas correntes de poeira, nebulosas brilhantes e enxames estelares espalhados pelos ricos campos estelares da nossa Galáxia. Começando à esquerda, procure as nebulosas da Lagoa e da Trífida, a nebulosa da Pata de Gato, e à direita situa-se a nebulosa escura do Cachimbo, e as nuvens coloridas de Rho Ophiuchi e Antares (direita). O centro da nossa Galáxia situa-se a cerca de 26.000 anos-luz de distância e pode ser visto no vídeo.

Bolhas gigantes de energia encontradas na galáxia intrigam astrônomos

Há algo ocorrendo no centro da galáxia, e os astrônomos não sabem ainda dizer o que é.

O telescópio de raios gama Fermi, da Nasa (agência espacial norte-americana), revelou uma estrutura até então desconhecida bem no centro da Via Láctea.


As duas bolhas com limites bem definidos e emissoras de raios gama se estendem por 25 mil anos-luz para o norte e para o sul do centro galático e reúnem uma energia equivalente a cem mil explosões de supernovas.

As origens das bolhas ainda são um mistério para os cientistas. "Não entendemos completamente sua natureza ou origem", disse astrônomo Doug Finkbeiner, do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian Center em Cambridge (EUA).

Imagina-se que possam ser remanescentes de uma erupção de um buraco negro ou que são alimentadas por uma sucessão de nascimentos e mortes de estrelas no interior da galáxia.

O estudo será publicado no "The Astrophysical Journal".

folha.com

Nasa descobre que galáxia é cheia de Terras

Paula Rothman, de INFO Online

Um novo estudo, resultado de cinco anos de observações espaciais, revelou que nossa galáxia contém bilhões de planetas similares à Terra.

Os dados mostram  não só que planetas pequenos são mais comuns do que se imaginava, como também aumentam as expectativas relacionadas à existência de um outro mundo habitável.

Segundo a pesquisa conduzida na Universidade da Califórnia e patrocinada pela Nasa, quase um quarto das estrelas similares ao Sol na Via Láctea hospedam planetas pequenos como a Terra.

O estudo é o mais completo censo planetário do tipo. Ele levou cinco anos para ficar pronto e foi feito com o observatório W.M. Keck, no Havaí. Com o equipamento, os astrônomos observaram 166 estrelas similares ao Sol e bem próximas ao nosso sistema – todas estavam a no máximo 80 anos-luz de distância.

Os pesquisadores buscaram planetas de diversos tamanhos, variando de três a mil vezes o tamanho da Terra. Todos os planetas analisados, no entanto, orbitavam próximos às suas estrelas - cerca de 0,25 unidades astronômicas (ou um quarto da distância entre o Sol e a Terra).

Os resultados mostram mais planetas menores do que grandes, indicando que os pequenos são mais predominantes na Via Láctea. Somente 1,6% das estrelas possuíam planetas gigantes orbitando próximos a elas (até mil vezes a Terra). Cerca de 6,5% das estrelas possuíam planetas de massa intermediária (10 a 30 vezes a da Terra) e 11,8% possuíam planetas chamados de Super Terras, até 10 vezes o nosso planeta.

A comparação feita pelos pesquisadores é a de que os planetas de tamanho próximo à Terra são, na nossa Galáxia, como grãos de areia na praia: estão por toda parte. A partir dos dados, os astrônomos puderam inferir que 23% das estrelas similares ao Sol na nossa galáxia possuem planetas ainda menores do que as Super Terras. Os dados mostram que a nossa galáxia, com suas cerca de 200 bilhões de estrelas, possui cerca de 46 bilhões de planetas do tamanho da Terra.

O mais fascinante é que a pesquisa inclui somente aqueles mundos próximos à estrela – ou seja, aqueles que estão em uma área muito quente para conter vida. Os pesquisadores estimam que ainda mais “Terras” existam nas chamas “zonas habitáveis” – a região em que a temperatura favorece o surgimento da vida.

Ao estender futuras buscas para planetas mais distantes de suas estrelas, os pesquisadores acreditam que podem encontrar não só locais habitáveis para o homem como também locais em que exista vida.

Os resultados foram publicados hoje(29/10/2010) na revista Science.  

Nova descoberta sugere que Via Láctea pode ter bilhões de planetas habitáveis

Carlos Orsi - estadão.com.br

Astrônomos descobriram um planeta de tamanho próximo ao da Terra orbitando dentro da chamada "zona habitável" de uma estrela. Trata-se do segundo planeta encontrado na zona habitável de Gliese 581. Segundo os autores, a descoberta abre a possibilidade de haver dezenas de bilhões de mundos potencialmente habitáveis na galáxia.

A zona habitável é definida como a distância da estrela onde a energia que atinge o planeta é suficiente para manter água em estado líquido, na superfície ou logo abaixo do solo.

O planeta é um de dois novos astros encontrados em órbita da estrela Gliese 581, a 20 anos-luz da Terra. Chamado Gliese 581g, o planeta tem um período orbital de 36,6 dias, uma massa que pode estar entre 3,1 vezes e 4,3 vezes a massa da Terra e um raio até 50% maior que o terrestre, diz, por meio de nota, um dos autores da descoberta, Paul Butler, da Pesquisa de Exoplanetas Lick-Carnegie. A gravidade na superfície deve ser de menos que o dobro da terrestre.

O planeta fica bem perto de sua estrela - a distância que o separa dela é apenas 14% da que separa a Terra do Sol -, mas como Gliese 581 é muito mais fraca que o Sol, tem uma zona habitável que começa e termina a uma distância muito menor de sua superfície.

Os autores da descoberta, descrita no Astrophysical Journal, especulam que o planeta pode ter uma face permanentemente voltada para sua estrela. Trata-se do mesmo fenômeno que ocorre na Lua, que apresenta sempre o mesmo lado para a Terra. Se esse for o caso, Gliese 581g teria um lado extremamente quente e o outro, completamente congelado, com uma faixa potencialmente habitável na linha que separa os hemisférios quente e frio.

Gliese 581g não é o primeiro planeta encontrado dentro da zona habitável dessa estrela: outro mundo, Gliese 581d, descoberto em 2007, tem a maior parte de sua órbita dentro dessa região do espaço. No entanto, Gl 581d tem sete vezes a massa terrestre, o equivalente a metade da massa do planeta gigante Urano.

A despeito disso, no ano passado a revista australiana Cosmos coletou mensagens para serem enviadas ao espaço na direção desse planeta, na esperança de que seres vivos de lá, caso existam, sejam inteligentes e possam reconhecer o sinal da Terra.

A estrela também abriga um dos planetas extrassolares de menor massa, Gliese 581e, com 90% mais massa que a Terra. Mas Gl 581e fica muito perto do astro - a distância que o separa da estrela é de apenas 3% da que existe entre a Terra e o Sol.

Com os dois novos planetas encontrados, a estrela agora passa a ter seis mundos conhecidos. De acordo com a nota dos autores da descoberta, o sistema da estrela Gliese 581 sugere que a proporção de estrelas da Via Láctea com planetas potencialmente habitáveis pode ser maior do que se pensava, chegando a algumas dezenas de 1%.

Pode parecer pouco, mas o total de estrelas da galáxia é estimado como algo entre 200 bilhões e 400 bilhões - se 20% delas tiverem pelo menos um planeta habitável, haveria de 40 bilhões a 80 bilhões de mundos onde a vida poderia florescer.

Até hoje, foram descobertos cerca de 490 planetas localizados fora do Sistema Solar.

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Grupo encontra estrela a distância recorde do centro da Via Láctea

DA NEW SCIENTIST

Um grupo de estrelas jovens foi encontrado a uma distância recorde do centro da Via Láctea, a galáxia onde se encontra o Sistema Solar e a Terra.

A periferia da Via Láctea não costuma ter atividade estelar porque a matéria-prima para a criação de estrelas está espalhada naquela região. Mas Giovanni Carraro e sua equipe do Observatório do Sul Europeu, no Chile, encontraram dois grupos de estrelas jovens nessa região do espaço.

A estrela mais distante fica a 65 mil anos-luz de distância do centro da galáxia, próxima ao limite do braço mais externo da Via Láctea.

A descoberta indica que modelos usados para predizer populações de estrelas precisam ser revisados.

"[A descoberta] adiciona mais um grau de complexidade em nossa compreensão daquela região do espaço", diz Kenneth Janes, da Universidade de Boston. Janes sugere que as estrelas podem ser restos de uma galáxia canibalizada.

Descobertos mais berçários de estrelas no interior da Via-Láctea

Astrônomos descobriram na Via-Láctea um grande número de regiões, até então desconhecidas, onde estrelas gigantes estão nascendo. A descoberta, dizem seus autores, oferece novas informações sobre a estrutura da galáxia da qual a Terra  faz parte e pode trazer pistas sobre sua composição química.

"Podemos relacionar claramente a localização desses pontos de formação de estrelas à estrutura maior da galáxia. Estudos posteriores permitirão entender melhor o processo de formação de estrelas e comparar a composição química desses locais em diversas distâncias do centro galáctico", disse, em nota, o astrônomo Thomas Bania, da Universidade de Boston.

O trabalho realizado por Bania e colegas foi apresentado na reunião da Associação de astronomia dos EUA, em Miami.

As regiões formadoras de estrelas que os autores buscaram, chamadas H II, são locais onde os átomos de hidrogênio têm seus elétrons arrancados pela radiação intensa das estrelas jovens e grandes. Para encontrar essas regiões, escondidas pelo gás e poeira da Via-Láctea, os pesquisadores se valeram de telescópios de infravermelho e rádio.

Eles encontraram concentrações dessas áreas na extremidade da barra central da galáxia e em seus braços espirais. A análise mostrou que 25 regiões estão mais distantes do centro galáctico que o Sol.

Descobrir regiões além do Sol é importante, diz Bania, para entender a evolução química da Via-Láctea.

 "Há evidência de que a abundância de elementos pesados muda com a distância crescente do centro. Agora temos mais objetos para estudar e melhorar nossa compreensão desse efeito", declarou.

Telescópio Hubble registra imagem inédita do centro da Via-Láctea

Segundo Nasa, é uma das melhores fotografias do núcleo da nossa galáxia. Astrônomos querem entender melhor como se formam estrelas maciças.

Do G1, em São Paulo

Uma imagem da Via-Láctea obtida pelo telescópio Hubble revela uma nova população de estrelas maciças na parte central da galáxia. Esses astros têm pelo menos oito vezes a massa do sol, e são milhares de vezes mais brilhantes.

Obtida por meio de sensores infravermelhos, que captam luzes invisíveis para o ser humano, a foto mostra também estruturas formadas por gases quentes e carregados de íons que rodeiam local, distante a 300 anos-luz da Terra.

De acordo com a Nasa – que gerencia o Hubble junto com a Agência Espacial Européia (ESA) – essa é a imagem mais bem-definida do centro de nossa galáxia obtida por meio de luzes infravermelhas, e pode ser útil para explicar melhor como as estrelas maciças se formam e influenciam o violento núcleo de outras galáxias. A foto é um mosaico de 2.304 captações de luz obtidas entre junho e fevereiro de 2008. (Foto: NASA, ESA, Universidade de Massachusetts e Caltech/Divulgação)

Nossa Localização na Via Láctea

Prof. Renato Las Casas (01/08/01)

Imagine que em um futuro não muito distante (alguns poucos milhões de anos), algum descendente nosso tenha ido até uma galáxia vizinha em sua nave pessoal (isso será possível?) e em seu retorno à Terra tenha se deparado com a seguinte questão:

- Em que local da Via Láctea fica o Sistema Solar?

Imagine esse nosso descendente (vamos chamá-lo de Zul) se aproximando de nossa galáxia. Quanto mais se aproxima, maior ela parece ser. Para que "lado" desse imenso aglomerado de estrelas Zul deve se dirigir?

O Sol fica a aproximadamente 30.000 AL do centro da Via Láctea (raio 50.000 AL), mas em que direção?

Uma boa dica para Zul é orientar-se por uma galáxia anã descoberta em 1996, a vizinha mais próxima da Via Láctea. Apesar de muito próxima ela ainda não havia sido "vista" pois se encontra ao longo do plano que contém o disco de nossa galáxia, "escondida atrás do núcleo da mesma".

O Sistema Solar se encontra a aproximadamente 30.000 AL do centro da Via Láctea, no lado oposto ao dessa nossa vizinha.

Aproximando-se dessa região, Zul deverá procurar pelo braço espiral de Orion, que fica entre os braços de Sagitário (interno) e de Perseus (externo). É aí que o Sol se encontra.

Ainda não sabemos exatamente quantos braços a Via Láctea possui. Pelo menos mais um braço interno, ao qual denominamos Centauro, é certo que ela possui.

O Sol não é uma estrela que se destaque entre as demais. Para achar o Sol, Zul poderá orientar-se por duas estrelas, nossas vizinhas, muito brilhantes: A imensa Betelgeuse, uma estrela avermelhada (gigante vermelha) que se encontra a 428 AL do Sol; e Sirius, uma estrela branca, que se encontra a apenas 8,6 AL de nós.

Em nossa vizinhança imediata (a até 20 AL), encontramos pouco mais de vinte estrelas, onde o destaque é Sírius. A aproximadamente 4,3 AL do Sol encontramos as vizinhas mais próximas do Sistema Solar; um sistema triplo formado por Próxima Centauro (uma Anã Vermelha, muito fraca), a Centauro A (uma estrela branca de brilho mais ou menos o dobro do nosso Sol) e a Centauro B (uma estrela alaranjada de brilho equivalente ao do nosso Sol).

Nas duas figuras que se seguem assinalamos, em imagens dos nossos hemisférios celestes, as constelações que contém o disco de nossa Galáxia. Assinalamos também Betelgeuse, Sírius e a localização do centro da Via Láctea.

(Note como o Hemisfério Sul Celeste é muito mais bonito - e rico de objetos - que o Hemisfério Norte Celeste.)

COMO SABEMOS ISSO?

Um dos grandes problemas da Astronomia sempre foi saber as distâncias dos corpos celestes à nós. Esse problema vem sendo vencido através dos séculos com inteligência, trabalho e arte. Hoje falamos nas distâncias entre os corpos do Sistema Solar, muitas vezes, com precisão de poucos metros. As distâncias das estrelas (o que quer dizer: posições) também são hoje conhecidas com grande precisão. Precisão tanto maior quanto mais próximo a estrela se encontra.

São principalmente dois os métodos utilizados na obtenção das distâncias das estrelas da nossa Galáxia ao Sol. O método da Paralaxe baseia-se na geometria e se aplica muito bem às estrelas mais próximas. O método do Avermelhamento (não confundir com desvio para o vermelho) baseia-se na absorção da luz das estrelas pelo meio interestelar e começa a ser preciso a distâncias grandes o suficiente para não mais podermos usar o método da Paralaxe.

Coloque um dos seus dedos, levantado, um palmo à frente de seu nariz. Feche um olho. Repare na "posição" de seu dedo em relação a um objeto distante. Sem mover a cabeça ou o dedo, "troque de olho aberto". Repare na nova "posição" de seu dedo em relação àquele objeto distante. Fazendo assim, você estará vivenciando o fenômeno que chamamos de Paralaxe.

Repita a experiência com seu dedo levantado dois ou três palmos à frente de seu nariz. Note que a mudança na "posição" em que você vê seu dedo, com um olho ou outro, em relação ao objeto distante agora é menor.

Se hoje vemos uma determinada estrela em uma determinada posição em relação a um objeto distante, à medida que a Terra vai se deslocando em seu movimento de translação em torno do Sol, a posição em que vemos essa estrela em relação ao objeto distante também vai mudando. Essa mudança terá um máximo daqui a seis meses e será tanto maior quanto mais perto essa estrela estiver do Sistema Solar.

Conhecendo a mudança na posição da Terra (diâmetro da órbita da Terra) e medindo o "desvio angular" na posição da estrela observada, podemos saber a distância que essa estrela se encontra de nós.

Se a distância de uma estrela ao Sol é tão grande que o método da Paralaxe não funciona mais (não notamos diferença na posição de uma estrela em relação a objetos de fundo, no período de seis meses), podemos utilizar o método do Avermelhamento na determinação dessa distância.

Quando a luz de um objeto atravessa a nossa Galáxia, ela vai sendo "absorvida" pelo meio interestelar. Essa é uma absorção seletiva em relação à cor (comprimento de onda) da luz. Na faixa da luz visível, o azul é absorvido mais fortemente que o vermelho. Quando a luz de uma estrela vai atravessando a nossa Galáxia, ela vai perdendo assim cada vez mais o seu azul, ficando cada vez mais avermelhada. Se sabemos o tanto que a luz de uma estrela "avermelhou" desde quando emitida pela estrela até quando detectada por nós, temos condições de saber a distância dessa estrela ao Sistema Solar.

Dependendo da idade, massa, etc. de uma estrela (que podemos saber por espectroscopia de sua luz) podemos saber da "coloração" da luz quando emitida por essa estrela. Medindo então a "coloração" da luz dessa estrela que chega ao Sistema Solar, temos o avermelhamento dessa luz e consequentemente a distância dessa estrela à nós.

O tamanho de nossa Galáxia e a nossa distância a seu centro são conhecidos há quase 80 anos pela analise da distribuição de objetos (aglomerados globulares) que se situam fora do disco da Galáxia (halo). Esses objetos estão distribuídos dentro de duas regiões hemisféricas que "se fecham em uma esfera, com o disco da Galáxia entre elas". (O raio do disco galáctico sendo o mesmo dos hemisférios.) Podemos "ver" esses hemisférios através desses aglomerados globulares.

Um método para "vermos" a estrutura espiral de nossa galáxia consiste em acompanharmos a distribuição espacial de "indicadores": objetos que além de estarem associados a essa estrutura, satisfaçam propriedades tais como serem facilmente vistos e identificados; ocorrerem em grande número; etc. Alguns "indicadores" utilizados: regiões de hidrogênio ionizado; aglomerados estelares; estrelas jovens (azuis); etc.


A Galáxia Anã de Sagitário foi descoberta em 1996, quase por acaso, por pesquisadores das Universidades de Cambridge e de Columbia, que estudavam estrelas no disco de nossa Galáxia. Ela se encontra bem próxima à borda do disco da Via Láctea, a menos de 100.000 AL do Sistema Solar. A sua descoberta foi feita através de medidas de velocidades de estrelas. Um conjunto de estrelas se movia diferentemente das demais; eram estrelas dessa nossa vizinha que estavam sendo descobertas.

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