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Cientistas acham partículas em cápsula japonesa que viajou a asteroide

do Terra

A Agência de Prospecção Aeroespacial do Japão (Jaxa) achou "partículas diminutas" no interior da cápsula Hayabusa, que retornou à Terra em junho após uma viagem de sete anos com a missão de recolher mostras de um asteroide.

Segundo informou hoje a televisão NHK, as análises microscópicas do interior da cápsula revelaram a presença de partículas de até um milímetro, embora ainda se desconheça se pertencem ao asteroide ou se é matéria terrestre que contaminou a sonda antes de seu lançamento.

A Jaxa deve agora começar as análises sobre as partículas para comprovar se alguma pertence ao asteroide Itokawa, sobre o qual a cápsula pousou em 2005, embora os resultados só devam ser conhecidos em agosto, informa a NHK.

Se for confirmado que procedem do Itokawa, as partículas seriam as primeiras mostras de um asteroide recolhidas no espaço exterior.

Japão começa a abrir sonda que viajou 5 bilhões de km

A Agência de Exploração Aeroespacial do Japão (Jaxa) anunciou nesta quinta-feira(24/06/2010) que começou os trabalhos para abrir a cápsula da sonda Hayabusa, que retornou à Terra no último dia 13. A sonda retornou ao nosso planeta após viajar até o asteroide Itokawa em uma viagem de sete anos e aproximadamente 5 bilhões de km.

Segundo a Jaxa, a abertura da cápsula deve demorar uma semana para ser finalizada. A sonda Hayabusa ("Falcão") se desintegrou ao entrar na atmosfera terrestre. O artefato lançou então a cápsula quando sobrevoava a zona militar Woomera, no deserto australiano. A cápsula, do tamanho de uma bola de basquete, deve conter matéria procedente do asteroide.

É a primeira vez na história da conquista espacial que uma sonda volta à Terra depois de ter entrado em contato com um asteroide. Os inúmeros problemas técnicos que sofreu o aparelho, devido especialmente à pouca gravidade que existe na superfície do asteroide, levantam dúvidas sobre a presença de amostras na cápsula.

Veleiro espacial é fotografado por minicâmera

A agência espacial japonesa (JAXA) divulgou as primeiras imagens do seu veleiro solar Ikaros depois que a enorme vela quadrada foi totalmente liberada.

As imagens foram feitas pela primeira de duas câmeras a bordo da nave. A câmera separou-se da nave experimental e fez imagens em sequência à medida que se distanciava.

A sonda experimental Ikaros foi lançada no último dia 21 de maio de 2010, a partir do Centro Espacial Tanegashima.

Ikaros, que é uma homenagem ao personagem mitológico cujas asas derreteram-se quando ele voou perto demais do Sol, é também um acrônimo para Interplanetary Kite-craft Accelerated by Radiation Of the Sun - algo como nave interplanetária "tipo pipa" acelerada pela radiação do Sol.

Cápsula da sonda espacial japonesa é localizada na Austrália

 A cápsula da sonda espacial japonesa Hayabusa, que no domingo regressou à Terra depois de uma viagem de sete anos que a levou até um asteroide, foi recuperada nesta segunda-feira por cientistas no deserto da Austrália.

A sonda Hayabusa (Falcão) se desintegrou no domingo ao entrar na atmosfera terrestre, ao término de uma viagem de sete anos e 5 bilhões de quilômetros. O artefato lançou então a cápsula quando sobrevoava a zona militar Woomera, no deserto australiano.

A cápsula, do tamanho de uma bola de basquete, deve conter matéria procedente de um asteroide. A sonda aterrissou em 2005 em um corpo celeste denonimado Itokawa, cuja idade é de vários milhões de anos, com a missão de recolher amostras da matéria.

É a primeira vez na história da conquista espacial que uma sonda volta à Terra depois de ter entrado em contato com um asteroide. Os inúmeros problemas técnicos que sofreu o aparelho, devido especialmente à pouca gravidade que existe na superfície do asteroide, levantam dúvidas sobre a presença de amostras na cápsula que caiu no desorto australiano.

Japão ativa com sucesso vela impulsionada pela luz solar

A vela solar japonesa Ikaros, em ilustração fornecida pela Jaxa.

A Agência de Exploração Espacial do Japão, Jaxa, confirma que a vela espacial Ikaros se abriu com sucesso a 770 km de altitude, e está gerando eletricidade a partir de uma camada fina de células solares. A Ikaros havia sido lançada ao espaço no fim de maio(2010), no mesmo foguete que transportou a sonda Akatsuki, com destino a Vênus.

A vela tem uma superfície quadrada de 4,5 metros de lado e 7 milésimos de milímetro. Sua abertura foi um processo complexo e demorado, que teve início no dia 3(6/2010).

Além de uma camada de células fotoelétricas, um sistema de manobra e sensores estão integrados à vela. A Ikaros agora deve se manter no espaço por seis meses, demonstrando tanto a manobrabilidade da vela quanto a eficiência das células coletoras de energia.

A Ikaros tenta demonstrar a viabilidade dessa combinação de tecnologias - uma vela impulsionada pela pressão da luz solar e um gerador elétrico que, no futuro, poderá ser usado para alimentar um motor e outros instrumentos.

Se essa combinação funcionar, o Japão pretende usá-la para enviar uma missão futura ao planeta Júpiter.

 Embora sejam relativamente comuns na ficção científica - Arthur C. Clarke escreveu um conto clássico sobre uma regata de veleiros solares - velas nunca chegaram a ser usadas realmente como o meio principal de propulsão de um veículo espacial, embora testes de viabilidade já tenham sido realizados por EUA, Rússia e Japão.

A organização privada Planetary Society tentou enviar uma vela ao espaço em 2005, mas o foguete russo contratado para levar a vela Cosmos 1 à órbita terrestre falhou no lançamento.

Agências espaciais vão filmar reentrada de sonda na atmosfera

Concepção artística do retorno da Hayabusa (à esq.) e da cápsula com a amostra do asteroide (à dir.), sobre o sul da Austrália (crédito da ilustração: Nasa / JPL)

do G1

 Quase 30 cientistas da Nasa, a agência espacial americana, da Jaxa, a congênere japonesa, e de outras organizações vão filmar e fotografar a reentrada na atmosfera da sonda Hayabusa, de volta ao lar depois de uma missão que durou 7 anos. Uma cápsula especial vai se destacar da sonda, trazendo o tesouro da jornada: uma amostra do asteroide Itokawa, "sequestrado" há 5 anos.

A bordo de uma aeronave-laboratório Douglas DC-8, a 12 quilômetros de altitude, os astrônomos querem documentar em detalhes todo o evento luminoso. A Hayabusa em si, com seus 510 quilos, vai se espatifar como um cometa artificial em uma região inóspita da Austrália por volta das 11h de domingo(13/06/2010). Antes disso, cápsula vai se desprender e distanciar quase 2 quilômetros da nave-mãe e, se tudo der certo, aguentará o tranco, protegendo a valioso fragmento do Itokawa.

“O resto da nave vai se decompor em vários pedaços, virando uma espécie de meteoro construído pelo homem”, explicou Peter Jenniskens, membro da Nasa e principal responsável pela campanha de documentação.

Quando a Hayabusa chegar a 58 quilômetros da superfície da Terra, seu escudo térmico vai experimentar temperaturas superiores a 2.700°C. O gás em torno da cápsula vai bater em 7.000°C (mais quente que a superfície do Sol).

NASA envia equipe para rastrear espaçonave

de INFO Online

Um observatório móvel da NASA deixou a Califórnia em uma missão para rastrear uma nave espacial japonesa que recolheu amostras de asteróides durante seu retorno a Terra.

O Centro de Pesquisa de Voo Dryden, da NASA, afirmou que o laboratório DC-8 decolou na tarde de terça-feira, levando cientistas das agências espaciais americana e japonesa e de outras organizações.

O grupo estudará o “mergulho” semelhante ao de um meteoro da nave especial Hayabusa na Terra. A nave esteve no asteróide Itokawa durante sete anos e traz uma cápsula que pode conter amostras da rocha espacial.

A espaçonave se romperá, mas a cápsula deve aterrissar na Austrália no domingo.

Controladores japoneses tiveram que solucionar problemas com o motor da Hayabusa e com interrupções de comunicação para colocá-la novamente no seu trajeto a Terra.

Sonda enviada a asteroide faz terceira correção de curso para a Terra

Uma nave japonesa enviada a um asteroide para recolher amostras completou mais um passo importante em sua jornada de volta à Terra, informou o site da "BBC News".

A sonda Hayabusa acionou seus motores para colocá-la no curso correto em direção à Terra. A agência espacial japonesa (Jaxa) disse que a manobra de correção de trajetória, ocorrida durante o fim de semana, foi realizada com sucesso.

É a terceira manobra desse tipo. A segunda foi realizada na semana passada.

A sonda visitou o asteroide Itokawa em 2005, aproximando-se do astro para capturar amostras de solo.

A missão, contudo, foi afetada por vários problemas técnicos nos motores da nave e na comunicação com a Terra. Ainda não se sabe, por exemplo, se a sonda conseguiu de fato capturar material do asteroide. Será preciso abrir a cápsula da sonda para ter certeza.

A nave encontra-se a cerca de 3,6 milhões de quilômetros da Terra. Quando estiver a uma distância de 40 mil quilômetros da Terra, a cápsula contida na nave será liberada.

A cápsula possui blindagem para protegê-la das altas temperaturas da reentrada na atmosfera terrestre. Após a reentrada, paraquedas serão acionados.

A cápsula deverá pousar no dia 13 de junho no deserto australiano.

O estudo da constituição química de asteroides é importante porque eles podem conter matéria de bilhões de anos reminiscente da formação do sistema solar.

Fonte: Folha.com

Japão lança com sucesso a sonda Ikaros, movida a radiação solar

Um foguete japonês decolou às 18h58 desta quinta-feira (20) levando ao espaço a sonda espacial Ikaros, movida por energia solar. A decolagem ocorreu três dias após o previsto devido a atrasos causados pelo mau tempo.

O inovador sistema de propulsão da espaçonave, apelidada de veleiro solar, usa a pressão dos fótons partículas de luz do Sol que incidem na nave para impulsioná-la.

A Jaxa (agência espacial japonesa) relatou o sucesso da decolagem após 20 minutos de vôo do foguete.

A "vela" da Ikaros, que tem espessura menor que um um fio de cabelo, mede 14 metros por 14 metros e é composta de pequenos espelhos e de painéis fotovoltaicos (que geram eletricidade a partir da luz).

Durante sua trajetória, a sonda deve liberar a Akatsuki, um satélite que seguirá em direção a Venus para estudar sua superfície e clima.

Vênus desperta o interesse dos pesquisadores porque acredita-se que tenha nascido de maneira parecida com a Terra, além de ser um planeta com tamanho e massa similares.

Ikaros e Akatsuki podem ajudar a entender como, apesar disso, Vênus se tornou um planeta com uma atmosfera muito densa, com nuvens de ácido sulfúrico e grandes quantidades de gás carbônico.

Iate espacial japonês Ikaros será lançado amanhã

de Folha Online

Cientistas japoneses preparam-se para o lançamento nesta terça (18) do "iate espacial" Ikaros. A nave será impulsionada por energia solar captada em velas de 20 metros.

A Ikaros seguirá em direção ao planeta Vênus. O objetivo é obter informações sobre o planeta, que se acredita ter sido semelhante à Terra antes de se tornar o deserto coberto por nuvens de hoje.

Segundo a agência espacial japonesa (Jaxa), a missão pode ajudar a elucidar por que somente a Terra apresenta oceanos e vida.

Após passar por Vênus, Ikaros deve seguir viagem por 3 anos em direção ao sol.

O projeto, de US$ 16 milhões, é o primeiro a usar a tecnologia fora da órbita da Terra.

A "vela" do iate é composta de uma membrana fina coberta com painéis solares que deverão criar um sistema híbrido de eletricidade e pressão.

Partículas solares (fótons) devem empurrar os milhares de pequenos espelhos presentes na vela da Ikaros, ajudando a nave a realizar manobras.

A nave deverá passar algumas semanas girando antes de desenrolar sua vela.




Animação: G1

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