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As nebulosas Coração e Alma aparecem nesse mosaico de imagens em infravermelho feitas pelo telescópio WISE, da NASA.
A dupla está localizada na Constelação de Cassiopéia, a seis mil anos luz, e constitui um grande complexo de formação de estrelas.
São mais de 580 anos-luz de comprimento que fazem parte do braço Perseu da nossa galáxia, a Via Láctea.
À esquerda está a nebulosa Coração, também chamada de IC 1805. Seu apelido se deve à sua semelhança com o órgão humano. À direita temos a Alma, também chamada de embrião, IC 1848.
Ambas estão repletas de bolhas, sopradas na poeira pela radiação e vento das estrelas. Esses corpos nas nebulosas têm apenas alguns milhões de anos – bebês se comparados, por exemplo, ao nosso Sol e seus cinco bilhões de anos.
Na foto, o azul e o ciano representam comprimentos infravermelhos de 3,4 e 4,6 microns – essencialmente a luz das estrelas. Verde e vermelho são a luz a 12 e 22 microns emitida pela poeira quente.
"Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo é uma alegria para mim compartilhar uma época e um planeta com você." - Carl Sagan
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Supernova Cassiopéia A
Um milhão de segundos de dados em raios-X foi o necessário para construir esta imagem do resto de supernova Cassiopéia A, uma nuvem de detritos em expansão originária da explosão de uma estrela. Cassiopéia A (Cas A) é uma supernova existente na constelação de Cassiopéia e a mais brilhante fonte radiofônica de luz extra-solar existente no céu. Ela foi formada a cerca de 10.000 anos-luz da Terra, na Via Láctea, e a nuvem em expansão do material resultante da explosão estelar tem hoje o equivalente a 10 anos-luz de comprimento. É sabido que a concha cósmica em expansão tem uma temperatura de cerca de 25 milhões de graus Celsius e viaja a mais de 15 milhões de quilômetros por hora. Cas A é mais forte fonte de rádio no céu fora do sistema solar e esteve entre as primeiras fontes a serem encontradas, em 1947. Em 1979, astrônomos previram que ela contivesse um buraco negro. Em 1999, o telescópio de raios X Chandra localizou um ponto que, provavelmente pelo calor emanado, poderia ser uma fonte, perto do centro da nebulosa, parecido com uma estrela de nêutron ou um buraco negro previsto mas não encontrado até hoje. A luz da supernova chegou pela primeira vez à Terra há pouco mais de 300 anos.
Sonda da NASA fotografa Nebulosa Coração
A sonda WISE, Wide-Field Infrared Survey Explore, registrou uma nebulosa a seis mil anos-luz da Terra.Conhecida como Nebulosa Coração, ou IC 1805, ela é uma região de formação de novas estrelas, rica em poeira e gás.
Localizada na constelação de Cassiopéia, ela foi registrada pelas câmeras infravermelhas da Agência Espacial Norte Americana.
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