"Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo é uma alegria para mim compartilhar uma época e um planeta com você." - Carl Sagan
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Nasa divulga vídeo com instantes finais de sondas na órbita da Lua
A agência espacial americana (Nasa) divulgou imagens dos instantes finais de operação das sondas gêmeas Ebb e Flow na órbita da Lua, antes que elas caíssem no solo lunar, no dia 17 de dezembro.
O vídeo tem quase dois minutos e foi registrado três dias antes da queda, em 14 de dezembro, com câmeras da Ebb. As imagens foram uma checagem do equipamento antes do impacto final, afirma a Nasa.
Por um ano, as sondas fizeram imagens que permitiram conhecer melhor a estrutura interna do satélite. Elas concluíram sua missão e caíram próximo ao polo norte lunar.
A partir de medições de sondas da missão Grail foi possível concluir que os asteroides e cometas que colidiram com a Lua não apenas tornaram sua superfície esburacada, mas também provocaram profundas fraturas na crosta do satélite terrestre. Esses resultados surpreenderam os cientistas envolvidos na missão.
A descoberta pode ajudar a decifrar um enigma sobre Marte. No planeta vizinho da Terra, fraturas similares podem ter proporcionado um caminho para que a água da superfície penetrasse profundamente no solo, onde ela pode estar até hoje, afirmaram os cientistas.
Sondas da Nasa devem se chocar com a Lua
Ebb e Flow fizeram mapeamento da estrutura interna do satélite terrestre.
Com o fim de sua missão, agência vai deixar que caiam em solo lunar.
As sondas gêmeas Ebb e Flow, que por um ano fizeram imagens que permitem conhecer melhor a estrutura interna da Lua, devem concluir sua missão na próxima segunda-feira (17/12/2012), caindo em uma montanha do polo norte do satélite às 20h28 (horário de Brasília), segundo informa a agência espacial americana Nasa.
"A missão foi um sucesso, mas este é um momento um pouco triste para mim", disse esta semana David Lehman, o gerente do programa Grail (a sigla em inglês que corresponde a Laboratório Interior e de Recuperação de Gravidade), em entrevista coletiva dada em Pasadena, Califórnia.
Após anos de preparação, um foguete Delta II partiu em setembro de 2011 propulsando rumo à Lua dois satélites: o Grail A - que estudantes americanos batizaram como Ebb - e o Grail B, batizado como Flow.
Essas sondas, que voam lado a lado, empregaram um sistema de campo gravitacional de alta qualidade para determinar a estrutura interior da Lua. No domingo será completada a última órbita dos robôs gêmeos, cujo combustível está acabando, e o controle da missão dará comando para que todos os instrumentos científicos sejam desligados.
Após isso, Ebb e Flow se dirigirão ao cume de uma montanha no polo norte da Lua e concluirão sua missão, caindo no solo antes de passar ao outro lado do satélite, invisível desde a Terra.
A partir de medições de sondas da missão Grail foi possível conscluir que os asteroides e cometas que colidiram com a Lua não apenas tornaram sua superfície esburacada, mas também provocaram profundas fraturas na crosta do satélite terrestre. Esses resultados surpreeram os cientistas envolvidos na missão, que tiveram trabalhos publicados numa edição impressa da "Science" do começo do mês.
A descoberta pode ajudar a decifrar um enigma sobre Marte. No planeta vizinho da Terra, fraturas similares podem ter proporcionado um caminho para que a água da superfície penetrasse profundamente no solo, onde ela pode estar até hoje, afirmaram os cientistas.
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| Imagem feita pelas sondas da Nasa mosta mapeamento da superfície da Lua(Foto: Nasa) |
"Marte pode ter tido um antigo oceano e todos nós nos perguntamos para onde ele foi. Bem, esse oceano pode muito bem estar no subterrâneo", afirmou a cientista Maria Zuber, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).
"Sabia-se que os planetas rochosos do Sistema Solar tinham sofrido muitos impactos há vários bilhões de anos, mas ninguém pensava que a superfície lunar tivesse sido tão maciçamente bombardeada", destacou Maria Zuber, encarregada científica da missão.
As duas sondas gêmeas, em órbita polar desde janeiro passado, fizeram medições muito precisas do campo gravitacional lunar que revelaram a divisão das massas, assim como a espessura e a composição dos diferentes estratos da Lua, até seu núcleo.
Deixaram claro, por exemplo, que a crosta lunar é muito mais fina do que pensavam os cientistas, ao apresentar uma espessura de 34 km a 43 km, de 6 km a 12 km a menos do que o se tinha calculado até agora.
A composição da Lua aparece, então, como "similar à da Terra, o que alimenta a teoria de que está formada por materiais terrestres espalhados após um enorme impacto no começo da história do Sistema Solar", explicou Mark Wieczorek, do Instituto de Física do Globo de Paris, autor de um dos três estudos sobre os resultados da missão Grail.
Estas pesquisas foram apresentadas na conferência anual da American Geophysical Union, em San Francisco. Em relação à sua superfície, o interior da Lua parece extremamente regular. Os cientistas descobriram que a maior parte das variações constatadas no campo gravitacional eram produto de formações geológicas produzidas na superfície, como montanhas ou crateras.
A crosta externa da lua carece de estruturas rochosas densas e é constituída, provavelmente, por materiais porosos ou pulverizados. O mapa do interior da Lua revela, por sua vez, a existência de mapas mais densas, formadas por magma vulcânico, que terminou se solidificando e formando densas paredes rochosas.
G1
NGC 1073
O telescópio espacial Hubble fotografou a NGC 1073, que está localizada na constelação da Baleia, a 55 milhões de ano-luz, e é conhecida por ser parecida com a Via Láctea.
A ESA e Nasa divulgaram a imagem dia 3/2/2012.As duas agências espaciais - da Europa e dos Estados Unidos- estudam a NGC 1073 para entender o sistema cósmico onde vivemos.
A NGC é uma galáxia espiral barrada. Essa classificação se deve a várias "linhas" (barras) de estrelas que se encontram na região central. Segundo os pesquisadores, essas barras provavelmente são criadas pela força gravitacional local, que faz com que gases sejam atraídos para dentro e sirvam de material para a formação de novas estrelas.
Satélite da Nasa registra eclipse solar visto do espaço
Enquanto no Brasil milhões de pessoas estavam curtindo um belo feriado de Carnaval, um interessante evento estava sendo registrado pelo observatório heliosférico da Nasa: o trânsito da Lua à frente do disco solar. O evento durou alguns instantes, mas o suficiente para causar um profundo mergulho no registro da emissão ultravioleta, medida constantemente pelo satélite.
Apesar de ser um eclipse solar parcial como qualquer outro, o evento dessa terça-feira, 21 de fevereiro, não foi visto de nenhum lugar da Terra. O único lugar que permitiu sua observação foi no Cinturão de Clarke, uma região no espaço situada a 36 mil km de altitude onde se localizam os satélites geoestacionários e também o observatório de dinâmica solar da Nasa, SDO.
Dessa região, o SDO monitora o Sol durante 24 horas e exatamente às 11h14 pelo horário de Brasília a Lua entrou em seu campo de visão, bloqueando parte do disco solar. Durante 1 hora e 42 minutos a lua transitou entre o satélite e o Sol, produzindo importantes dados para calibragem dos instrumentos a bordo do observatório.
Através de um imageador de 16 megapixels, o SDO registra o Sol em diversos comprimentos de onda, principalmente no seguimento do ultravioleta extremo, entre 17 e 30 nanômetros (170 e 300 Angstroms), próximo aos raios-x.
Durante o eclipse de terça-feira, parte da Lua cobriu a mancha solar 1422, fonte de intensa emissão eletromagnética no espectro ultravioleta, impedindo que a radiação atingisse os sensores no observatório. Isso causou a queda abrupta do sinal na saída dos detectores, o que o permitiu aos cientistas efetuarem uma calibragem mais apurada da sensibilidade dos instrumentos a bordo do SDO.
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NASA's GRAIL Twins to Welcome 2012 at Moon
A NASA lança a missão GRAIL para estudar a Lua de sua crosta até o seu núcleo.
Em mais de seis décadas de exploração espacial, dezenas de naves espaciais foram lançados na direção da Lua. Mas, apesar de todas as pesquisas, os cientistas planetários ainda possuem dúvidas básicas sobre a estrutura e composição do interior lunar. Por exemplo; o núcleo da Lua é sólido ou líquido? Porque que a crosta é muito mais espessa do lado oculto da Lua? O exterior lunar já foi completamente deretido?
A NASA deu um passo importante no sentido de obter respostas para estas e outras perguntas, quando o foguete DELTA II decolou do Cabo Canaveral levando as naves gêmeas GRAIL.
A missão GRAIL vai responder à perguntas de longa data sobre a Lua e dar aos cientistas uma melhor compreensão de como a Terra e outros planetas rochosos do Sistema Solar se formaram.
As duas espaçonaves gêmeas da NASA, da missão lunar GRAIL (Gravity Recovery And Interior Laboratory), decolaram da base da Força Aérea Americana, em Cabo Canaveral, na Flórida/USA, na manhã de sábado, 10 de setembro de 2011, para estudar a Lua em detalhes sem precedentes.
O rover Curiosity da NASA começa a pesquisa no espaço
O rover Curiosity da NASA, com o tamanho de um carro pequeno, começou a monitorizar a radiação espacial durante a sua viagem de 8 meses da Terra até Marte. A pesquisa vai ajudar a planear futuras missões tripuladas ao Planeta Vermelho.
O Curiosity (ou Mars Science Laboratory, MSL) foi lançado a 26 de Novembro de 2011 a partir de Cabo Canaveral, Flórida, EUA. Transporta um instrumento chamado RAD (Radiation Assessment Detector) que monitoriza as partículas atómicas e subatómicas altamente energéticas do Sol, de supernovas distantes e de outras fontes.
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| Impressão de artista do rover Curiosity a bordo do seu escudo de protecção durante a viagem até Marte. |
Estas partículas constituem a radiação que pode ser nociva para quaisquer micróbios ou astronautas no espaço ou em Marte. O rover irá também estudar a radiação à superfície de Marte após a sua aterragem em Agosto de 2012.
"O RAD está neste sentido a representar um astronauta dentro da uma nave a caminho de Marte," afirma Don Hassler, investigador principal do RAD no Instituto de Pesquisa do Sudoeste em Boulder, no estado americano do Colorado. "O instrumento encontra-se bem dentro da nave, tal como um astronauta estaria. Compreender os efeitos da nave no campo da radiação é importante para o desenho de naves tripuladas com destino a Marte."
Os estudos prévios desta radiação de partículas energéticas no espaço têm usado instrumentos à ou perto da superfície em várias sondas. O instrumento RAD está dentro do rover, que está dentro da nave e protegido por outros componentes, incluindo a concha que efectuará a descida pela atmosfera superior de Marte.
As estruturas da nave, embora providenciam protecção, também podem contribuir à produção de partículas secundárias geradas quando as partículas altamente energéticas atingem a nave. Nalgumas circunstâncias, as partículas secundárias podem ser mais perigosas do que as primárias.
Estas primeiras medições marcam o começo do envio de dados científicos de uma missão que irá usar 10 instrumentos a bordo do Curiosity para determinar se a cratera Gale em Marte pode ser ou se já foi favorável para a vida microbiana.
"Embora o Curiosity não vá procurar sinais de vida em Marte, o que encontrar pode mudar completamente o que sabemos acerca da origem e evolução da vida na Terra e noutros cantos do Universo," afirma Doug McCuistion, director do Programa de Exploração de Marte na sede da NASA em Washington. "Uma coisa é certa: as descobertas do rover vão providenciar dados críticos que terão impacto no planeamento da pesquisa humana e robótica durante décadas."
À meia-noite de hoje, a nave que transporta o Curiosity já tinha percorrido mais de 66 milhões de quilómetros da sua viagem de 567 milhões de quilómetros até Marte. A primeira manobra de correcção de trajectória da viagem está planeada para meados de Janeiro.
Cometa Lovejoy sobrevive a encontro com o Sol
Contrariando a expectativa dos cientistas, o recém-descoberto cometa C/2011 W3 (Lovejoy) sobreviveu ao seu encontro com o Sol nesta quinta-feira(16/12/2011). Câmeras do Observatório de Dinâmica Solar (SDO, na sigla em inglês), da Nasa, flagraram o objeto emergindo de trás da estrela após ele atingir o periélio, o ponto de maior aproximação dela.
O Lovejoy é um cometa do tipo Kreutz, ou “sungrazer”. Acredita-se que esses cometas são os restos de um grande objeto que deixou a Nuvem de Oort, na periferia do Sistema Solar, e foi fragmentado em sua única passagem pelas proximidades da estrela. Ele é o primeiro “sungrazer”em quase 40 anos a ser identificado primeiro por observações em terra. O cometa foi visto pela primeira vez pelo astrônomo amador australiano Terry Lovejoy em 27 de novembro e teve sua descoberta confirmada no último dia 2 de dezembro.
Nasa se prepara para lançar robô Curiosity a Marte
Os técnicos da Nasa (agência espacial americana) anunciaram nesta quarta-feira(23/11/2011) que está tudo pronto para o lançamento do robô Curiosity, que viajará a Marte a bordo de um foguete Atlas para buscar sinais de vida no Planeta Vermelho.
Um modelo em tamanho real do robô Curiosity que a Nasa enviará a Marte. Foto: The New York Times
"O lançamento neste sábado e os sucessos obtidos pela Nasa no último ano mostram quão equivocadas são as especulações de que acabaram os tempos de glória da Nasa", disse Colleen Hartman, executiva da agência espacial.
O robô, que carrega o Laboratório Científico de Marte (MSL, na sigla em inglês), partirá de Cabo Canaveral, na Flórida, no sábado às 10h02 locais (13h02 de Brasília).
Depois de uma viagem de 9,65 milhões de km nos próximos oito meses e meio, ele se aproximará da cratera Gale de Marte. A plataforma superior, equipada com foguetes, se manterá a cerca de 40 metros da superfície e fará o robô descer a Marte.
"Os Estados Unidos são o único país do mundo que levou a Marte e já fez operar em sua superfície os exploradores robóticos", lembrou Harman. "Mas este, o Curiosity, é um robô com esteroides".
O Curiosity pesa 1 t e tem 3 m de comprimento. É cinco vezes mais pesado que os robôs antecessores - os exploradores Spirit e Opportunity, que chegaram a Marte em janeiro de 2004 na busca de rastros de água. "O Curiosity irá mais longe e descobrirá muito mais que o imaginado", destacou Hartman. "Eu acredito que estarei viva no dia em que poderemos ver a primeira astronauta a pisar sua bota em Marte", disse.
O diretor de lançamentos em Cabo Canaveral, Omar Báez, explicou que os técnicos completaram nesta quarta-feira uma nova revisão dos equipamentos e sistemas do foguete propulsor e a cápsula com o robô. "Tudo está pronto para a partida", resumiu ele.
"Na sexta-feira, levaremos o foguete e a cápsula do hangar à plataforma de lançamento", afirmou Báez. "E no sábado, às 3h (pelo horário local, 6h de Brasília), começará o abastecimento de combustível".
O lançamento, inicialmente previsto para sexta-feira, foi adiado para sábado após os técnicos terem constatado no último fim de semana que era necessário substituir uma das baterias do foguete que levará o robô. Os engenheiros contam com um período de chances de lançamento até 18 de dezembro e esperam que tudo ocorra conforme o previsto para que o veículo chegue a Marte em agosto de 2012.
O Laboratório Científico de Marte (MSL, na sigla em inglês) conta com dez instrumentos para buscar evidências de um ambiente propício para a vida microbiana, inclusive os ingredientes químicos essenciais para a vida.
Isso representa o dobro de instrumentos que os robôs lançados anteriormente pela Nasa. Este será o primeiro a utilizar um laser para analisar o interior das rochas e analisar os gases com o espectrômetro que pode enviar dados à Terra.
O Curiosity leva todos os instrumentos para medir as condições de vida no passado e no presente, estudando as condições ambientais do planeta. Ele buscará compostos que contenham carbono - um dos principais ingredientes para a vida como se conhece - e avaliará como eram em suas origens. Ao contrário dos outros robôs, o Curiosity conta com o equipamento necessário para obter amostras de rochas e solo e processá-las.
A Nasa começou a planejar a missão MSL em 2003. Nos últimos oito anos, cientistas e engenheiros construíram e testaram as capacidades do robô, que, segundo as expectativas, levará a pesquisa planetária a outro nível.
"Esta máquina é o sonho de qualquer cientista", assinalou à imprensa Ashwin Vasavada, cientista adjunto do projeto MSL no Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) em uma das sessões prévias informativas.
O Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, localizado na Califórnia, elaborou o Curiosity para que fosse capaz de superar obstáculos de até 65 centímetros de altura, com o objetivo de evitar que se prendesse, como aconteceu com o Spirit, e de se locomover cerca de 160 metros por dia.
NASA recruta novos astronautas
A agência espacial norte-americana, a NASA, abriu nesta terça-feira(15/11/2011) inscrições para candidatos que sonharam, ou sonham um dia em ser astronauta. Charles Bolden, diretor da NASA, fez esse anúncio durante uma coletiva de apresentação dos cinco novos astronautas da turma de 2009.
Essa turma de 2009 é a primeira que se formou em uma nova fase de vôos espaciais para os Estados Unidos, após o fim da era de viagens ao espaço com “ônibus” espaciais. A NASA irá recrutar novos astronautas através da página de empregos federais USAJobs.gov onde tudo é explicado, como os requisitos para os candidatos, assim também como o salário que irá ficar entre US$ 64.724,00 à US$ 141.715,00 anuais.
Com o lema “NASA, onde o céu não é o limite”, a agência espacial norte-americana espera conseguir acrescentar em suas fileiras entre nove a quinze novos astronautas, que serão escolhidos em 2013. Os cidadãos americanos, maiores de idade, candidatos a uma vaga, deverão ter uma titulação acadêmica superior em uma dessas graduações: Biologia, Engenharia, Física ou Matemática, além de três anos de experiência profissional.
Com todas essas exigências, o que também será levado em conta, será o candidato que tenha realizado um mestrado em conta com experiência no ensino e ter os requisitos físicos exigidos, como ter uma estrutura entre 1,57 e 1,90 metros, uma pressão sanguínea que não exceda 140/90 milímetros de mercúrio e uma visão perfeita. Mesmo não havendo limite de idade, os selecionados na maioria das vezes costumam ter entre 26 e 40 anos. Mas vale lembrar, para quem estiver interessado em se inscrever a uma das vagas, as inscrições se encerra no dia 27 de janeiro de 2012.
As Cinco Luas de Saturno
A NASA divulgou uma foto que enquadra de uma só vez cinco das várias luas de Saturno. A primeira da esquerda é Janus, seguida de Pandora. Enceladus, a mais brilhante, aparece bem no centro. A segunda maior lua do planeta, Rhea, está segmentada na imagem. Uma menor, Mimas, se encontra ao lado dela. A imagem foi feita pela sonda Cassini em 29 de julho, que orbita Saturno, a uma distância aproximada de 1,1 milhão de km de Rhea e a 1,8 milhão de km de Enceladus.
Satélite que vai cair na Terra não atingirá os EUA
Esta é, para já, a única certeza da NASA que continua sem ser capaz de indicar onde deverão cair sexta à tarde os destroços do satélite lançado em 1991 para estudar as alterações climáticas.
A NASA informou ontem que o satélite que vai cair na Terra não sobrevoará a América do Norte durante a tarde de sexta-feira (hora de Nova Iorque, menos cinco do que em Lisboa), período durante o qual irá entrar na atmosfera.
A agência espacial norte-americana continua, no entanto, sem indicar de uma forma mais precisa a hora e local em que o Upper Atmosphere Research Satellite (UARS) deverá colidir com o 'planeta azul'.
Recorde-se que, segundo a NASA, a probabilidade de os restos do UARS, que pesa 5,9 toneladas, atingirem uma pessoa é muito remota - uma em 3.200.
Os cientistas garantem que o satélite se desintegrará ao entrar na atmosfera e que pelo menos 26 grandes pedaços do engenho caiam sobre o planeta.
O UARS , sem combustível desde 2005, foi lançado com o intuito de estudar as alterações climáticas, medindo a concentração de determinadas substâncias químicas na atmosfera.
Eyes On the Solar System
A NASA disponibiliza uma aplicação web, com o nome de "Eyes On the Solar System", que dá a possibilidade de viajar pelo espaço a bordo de sondas e de explorar o cosmos.
Nasa - Fim dos ônibus espaciais deixará milhares desempregados
Do Portal Terra - http://noticias.terra.com.br
O final da era dos ônibus espaciais, que será concluído com o retorno do Atlantis à Terra, deixará 24 mil pessoas sem emprego, que, por sua vez, lutarão para se encaixarem no setor privado enquanto tentam manter viva a economia da região.
A Nasa (agência espacial americana) continua nesta quinta-feira(07/07) com a contagem regressiva para o lançamento na sexta-feira(08/07) - se as condições meteorológicas permitirem - do ônibus espacial Atlantis em sua última missão, o que encerrará a era dos ônibus espaciais.
Os turistas começaram a chegar para ver o lançamento na chamada "Costa do Espaço", mas a emoção contrasta com a sombra da incerteza para os milhares de funcionários da Nasa envolvidos neste programa que perderão seu emprego.
A sensação da população é confusa, assegura Marcia Gaedcke, presidente da Câmara de Comércio de Titusville, uma das cidades mais próximas ao Centro Espacial Kennedy. "É o final de uma era de 30 anos para esta comunidade", diz.
"O programa das naves, os lançamentos, as aterrissagens foram parte de nossa vida e será uma grande mudança emocional e mentalmente", assegurou em entrevista à Agência Efe. Gaedcke lembra que tinha 10 anos quando a primeira nave foi lançada, o ônibus espacial Columbia, em 1981, e diz que todas as pessoas que conhece "trabalharam no programa de uma maneira ou de outra".
O final da era das naves foi comparado com o final do Programa Apolo, nos anos 1970, que conseguiu chegar à Lua, e que também deixou milhares de pessoas sem emprego. O Centro Espacial Kennedy explicou, no entanto, que não empregou tanta gente como fizeram na era do Apolo e "as pessoas têm opções em termos de empregos futuros", argumenta.
Contudo, a realidade prevê que o Centro Espacial Kennedy demita entre 7 mil e 8 mil funcionários, que segundo explicou terá uma repercussão de 1,8% a 2% na economia local. Ou seja, se somar a variável de empregos diretos e indiretos, haverá um total de 20 mil a 24 mil empregos a menos que abrangerão desde barbearias a restaurantes.
Apesar disso, o Centro reconheceu que todos se sentirão um pouco "inquietos" na sexta-feira apesar de estarem se preparando profissionalmente desde o anúncio do fim das naves, em 2004, quando a administração assessorou os empregados para a transição, com planos de rever as aptidões de cada um.
O economista Hank Fishkind considerou que a região demorará entre cinco a 10 anos para se recuperar do impacto. Gaedcke vê a transição como uma "oportunidade", já que "muita gente muito qualificada passará às companhias de alta tecnologia".
Por exemplo, a companhia aérea brasileira Embraer abrirá uma fábrica de montagem em Melbourne e a companhia SpaceX, que procura ganhar o contrato para abastecer a Estação Espacial Internacional (ISS), construiu um centro de testes de sua cápsula Dragon em Cabo Canaveral.
Enquanto ao turismo, o analista lembrou que o centro de visitantes Kennedy abrigará o Atlantis e considerou que "o povo continuará visitando para conhecer esta parte da história espacial americana".
Sonda da Nasa prova previsão feita por teoria da relatividade de Einstein
A sonda da Nasa Gravity Probe B confirmou previsões feitas a partir da teoria geral da relatividade de Albert Einstein, informou a agência espacial americana (Nasa), nesta quarta-feira (04/05/2011).
Testar as idéias do físico alemão era exatamente a missão da nave lançada em 2004. Os cientistas queriam saber se o espaço e o tempo realmente eram distorcidos perto de um corpo gravitacional – como é a Terra. Segundo as idéias de Einstein, conforme o planeta gira, ele puxa com ele tanto o tempo quanto o espaço.
Parece complicado de entender? O autor principal do estudo, Francis Everitt, da Universidade Stanford, ajuda. “Imagine que a Terra está submersa em mel. Conforme o planeta gira, o mel gira com ele e é isso que acontece com o tempo e o espaço”, explicou ele em nota.
Para fazer isso, a sonda usou em órbita quatro giroscópios, que medem a direção no espaço, apontados para uma estrela específica. Se a gravidade não afetasse o tempo e o espaço, eles ficariam sempre apontando a mesma direção. No entanto, houve movimentação, provando a teoria.
O achado foi publicado na edição desta semana da revista especializada “Physical Review Letters”.
O projeto da Gravity Probe B é um dos mais antigos da ciência espacial, começando a ser desenhado em 1959 em Stanford, apenas quatro anos após a morte de Einstein. Francis Everitt se juntou à missão em 1962, um ano antes da própria Nasa. Após o fim de seu trabalho, a nave foi aposentada em dezembro.
Do G1, em São Paulo
Nasa vai transmitir voo do Discovery marcado para hoje
A partida será do Centro Espacial Kennedy, em Cabo Canaveral, na Flórida (EUA), e está marcada para o dia 24/02/2011 às 16h50 do horário local (18h50 de Brasília).
NASA divulga galáxias com buracos negros
A NASA, agência espacial americana, divulgou uma nova foto da Arp 147, par de galáxias localizadas a 430 milhões anos-luz da Terra. As imagens foram obtidas pelo telescópio Hubble.
A Arp 147 é o resultado remanescente do choque entre uma galáxia espiral, à direita da imagem, e uma galáxia elíptica, localizada à esquerda.
Essa colisão produziu uma onda de expansão, que aparece na forma de um anel azul e que contém uma série de novas estrelas dentro dele.
De acordo com a NASA, conforme evoluem em alguns poucos milhões de anos, essas estrelas explodem, gerando supernovas e deixando para trás buracos negros e estrelas de nêutrons. As estrelas de nêutrons são o último estágio no ciclo de vida desses astros.
Os buracos negros e as estrelas de nêutrons também podem se tornar fontes emissoras de Raios-X.
A imagem também permite visualizar uma outra estrela em primeiro plano, localizada no canto inferior esquerdo da foto, e um quasar rosa localizado no alto da imagem, à esquerda.
http://info.abril.com.br
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