"Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo é uma alegria para mim compartilhar uma época e um planeta com você." - Carl Sagan
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Feliz 2012!
The six astronauts on the International Space Station are wishing the people of Earth a very Happy New Year for 2012.
Comandante da Estação Espacial captura visão sem precedentes da Cometa Lovejoy
Na Estação Espacial Internacional Comandante Dan Burbank capturou imagens espetaculares do Cometa Lovejoy como visto de cerca de 240 milhas acima do horizonte da Terra na quarta - feira, 21 de dezembro. Burbank descreveu ter visto o cometa como "a coisa mais incrível que eu já vi no espaço", em entrevista à WDIV-TV em Detroit
Estação Espacial Internacional completa 10 anos de habitação permanente
do Portal Terra
A Estação Espacial Internacional (ISS) completa, na próxima terça-feira, dez anos habitada de forma permanente e transformada na maior plataforma experimental para aproximar o universo da humanidade.
Segundo os planos iniciais, este era o prazo total de vida útil da ISS, mas atualmente os especialistas consideram que a estação poderá ser utilizada até 2020.
Sua história tripulada começou no dia 2 de novembro de 2000, quando a Soyuz TM-31 se acoplou ao laboratório orbital com seus primeiros três moradores, os cosmonautas russos Yuri Gidzenko e Serguei Krikalev, e o astronauta americano William Shepherd.
A principal função da estadia de quatro meses e meio na ISS foi colocar em funcionamento todos os sistemas do complexo. Os tripulantes também tiveram o desafio de ocupar as horas vagas, já que a plataforma carecia de elementos para lazer, como biblioteca e videoteca.
A construção da estação começou dois anos antes com o lançamento, em novembro de 1998, do módulo russo Zarya.
Dois meses mais tarde foi acoplado à unidade russa o módulo americano Unity como segundo componente do laboratório orbital; chegou à ISS a bordo de uma nave Discovery.
Mas foi um ano e meio depois que a plataforma se tornou realmente habitável com o acoplamento do módulo de serviço Zvezda, cuja finalidade era garantir as funções vitais do engenho espacial.
Desde a chegada da primeira tripulação permanente, a plataforma contou com 196 moradores procedentes de Rússia, Estados Unidos, Canadá, Itália, França, Japão, África do Sul, Bélgica, Países Baixos, Alemanha, Suécia, Malásia e Coreia do Sul.
Espanha e Brasil também tiveram representação no laboratório orbital, com os astronautas Pedro Duque (2003) e Marcos Pontes (2006).
A ISS abriu suas portas a sete turistas espaciais: o americanos Dennis Tito (2001) foi o primeiro a viajar à plataforma, seguido pelo sul-africano Mark Shuttleworth, apelidado de "afronauta" (2002) e o norte-americano Gregory Olsen (2005).
A americana de origem iraniana Anousha Ansari foi a primeira mulher turista a viajar à ISS (2006), seguida do americano de origem húngara Charles Simonyi (2007) e de Richard Garriott, filho do ex-astronauta americano Owen Garriott (2008).
O fundador do "Cirque du Soleil", o canadense Guy Laliberté, foi o último turista a se hospedar na ISS, de onde dirigiu um espetáculo realizado nos cinco continentes para alertar o mundo sobre o problema da escassez de água, do qual participaram U2, Shakira, Peter Gabriel, Salma Hayek e Al Gore, entre outros.
Nestes 10 anos, os tripulantes da plataforma realizaram 150 caminhadas espaciais e receberam 67 veículos russos, 34 naves americanas, assim como um aparelho espacial europeu e outro japonês.
Com o tempo também mudaram substancialmente as condições de vida a bordo da estação, que quando tiver sua construção concluída - novos módulos seguem sendo acoplados à plataforma - pesará 377 toneladas e superará em seu espaço interior 1.217 metros cúbicos de volume.
Hoje em dia, os inquilinos da ISS contam com um ginásio e desfrutam de uma espetacular vista panorâmica da Terra. Em fevereiro foi completada a instalação de um mirante com seis janelas, integrado no módulo Tranquility.
Este segmento, de construção europeia, acrescentou ao complexo orbital um volume de 800 metros cúbicos e nove dormitórios.
Em 2009, a tripulação da ISS foi ampliada de três para seis, o que obrigou, entre outras medidas, a instalação de um segundo vaso sanitário no módulo americano Harmony.
A atual tripulação do laboratório orbital, integrada pelos cosmonautas russos Fyodor Yurchikhin, Alexander Kaleri e Oleg Skripochka, e seus colegas da Nasa, Scott Kelly, Doug Wheelock e Shannon Walker, realizaram recentemente outro recorde: no último dia 22 superaram o tempo máximo de permanência sem interrupções no espaço.
Nasa adia lançamento do ônibus espacial Discovery para quarta
A Nasa adiou hoje(30/10/2010) o lançamento do Discovery para a próxima quarta-feira, já que os especialistas demorarão mais que o previsto para regular um vazamento de hélio e nitrogênio em uma peça da nave. "Atualmente estamos em bom caminho para conseguir", disse o diretor de testes da Nasa, Jeff Spaulding.
O lançamento foi programado para quarta-feira, 3 de novembro, 17h52 no horário de Brasília (às 15h52 hora local). O Discovery sairá em sua última missão do Centro Espacial John F. Kennedy, na Flórida.
A Nasa detectou um vazamento de hélio e nitrogênio na área de pressurização do sistema de manobra orbital direito da nave, que a obrigou, na sexta-feira, a adiar o lançamento que inicialmente estava previsto para 1º de novembro. No entanto, segundo Spaulding, a Nasa tem uma margem de até domingo, 7 de novembro, para efetuar a operação.
O Discovery viajará à Estação Espacial Internacional (ISS) na missão STS-133, para levar um módulo de armazenamento e suprimentos. Além dos seis tripulantes viajará o androide Robonaut 2, conhecido como R2, que ficará como um membro a mais da Estação Espacial.
Durante os 11 dias que durará a missão, os astronautas realizarão duas caminhadas espaciais. O comandante Steve Lindsey, o piloto Eirc Boe e os especialistas de missão Alvin Drew, Tim Kopra, Michael Barratt e Nicole Stott, compõem a missão STS-133.
A probabilidade de que as condições meteorológicas sejam favoráveis para o lançamento é de 70%, segundo a meteorologista da Nasa, Kathy Winters. As principais preocupações são as nuvens baixas e a possibilidade de chuva a 32 quilômetros da pista do Centro espacial, de onde partirá e aterrissará a nave.
Do Portal Terra
Do Portal Terra
Cargueiro russo separa-se da ISS para jogar lixo no Pacífico
Folha.com
O cargueiro russo Progress M-06M separou-se nesta terça-feira (31) da Estação Espacial Internacional (ISS) para mandar lixo embora e servir de laboratório até mergulhar do oceano Pacífico.
A informação foi divulgada hoje pelo Centro de Controle de Voos Espaciais da Rússia (CCVE).
A nave, que se acoplou à plataforma orbital no dia 5 de julho, com carga essencial para seus tripulantes, vai fazer parte durante uma semana do experimento geofísico "Radar-Progress", informou a fonte à agência Interfax.
Durante esse voo autônomo do cargueiro, suas manobras serão estudadas por meio de um radar especial localizado na cidade siberiana de Irkutsk.
Na próxima segunda-feira (6), a nave vai abandonar sua órbita provisória e, depois de se queimar na atmosfera, seus restos serão mergulhados no chamado "cemitério de espaçonaves" no oceano Pacífico, um setor sem navegação marítima, a 3.000 quilômetros da Nova Zelândia.
A Progress levou em julho à ISS 2,6 toneladas de reservas de combustível, água, oxigênio, alimentos, roupas e diversos equipamentos, como cortinas para reforçar a proteção dos astronauas contra radiações.
A tripulação atual da plataforma orbital é integrada pelos astronautas russos Fiódor Yurchijin, Mijaíl Kornienko e Alexandr Skvortsov, além de três outros norte-americanos.
A Terra vista da ISS
Essa montagem de imagens foi feita pelo astronauta Don Petit, durante a sua estadia na Estação Espacial Internacional.
Detector de matéria escura parte amanhã do Cern rumo à ISS
Folha.com
O Espectrômetro Alfa Magnético (AMS, sigla em inglês), instrumento projetado para detectar a antimatéria e a matéria escura, sairá nesta terça-feira (24/08/2010) do Laboratório Europeu de Física de Partículas (Cern), em Genebra, Suíça.
Esta é uma nova etapa de sua viagem em direção à Estação Espacial Internacional (ISS).
O detector AMS será transportado do Cern até o Aeroporto Internacional de Genebra, onde permanecerá até quinta-feira (26/08/2010), quando voa até o Centro Espacial Kennedy, da Nasa (agência espacial americana), na Flórida (EUA), a bordo de um avião da Força Aérea americana.
O AMS vai examinar aspactos fundamentais sobre a matéria e a origem do Universo, diretamente do espaço, e seu principal objetivo científico é a busca da chamada "matéria escura", que se supõe corresponder a 23% do Universo, mas que ainda não foi detectada de fato.
O aparelho também buscará a antimatéria --partículas de mesma massa e rotação da matéria "comum", mas com carga elétrica oposta.
Os elementos do detector AMS foram construídos por uma equpe internacional com contribuições de vários países europeus.
Este programa científico do AMS complementa o que se desenvolve do Grande Colisor de Hádrons (LHC), conhecido como a "Máquina do Big Bang".
O LHC é o maior acelerador de partículas do mundo e se localiza no Cern, em um gigantesco túnel subterrâneo de 27 quilômetros de cirunferência, sob a fronteira entre a Suíça e a França.
Estação Espacial Internacional volta a funcionar normalmente
A ISS orbita da Terra, em imagem feita
durante o mês de fevereiro. Divulgação/Nasa
Associated PressA Estação Espacial Internacional (ISS) está operando normalmente, depois de uma série de caminhadas espaciais para a realização de reparos.
A tripulação instalou uma nova bomba de amônia na segunda-feira, 16. Isso permitiu que fossem reativados os sistemas de refrigeração que estavam desligados desde 31 de julho.
O laboratório orbital precisa de dois sistemas de refrigeração ativos para evitar que os sistemas eletrônicos de bordo não superaqueçam.
Nesta quarta-feira, a Nasa informou que todo o equipamento que havia sido desligado após o colapso de metade do sistema de refrigeração já foi reativado. Pesquisas científicas devem recomeçar nesta quinta-feira.
Astronautas iniciam 3ª caminhada espacial para consertos
Os astronautas americanos Doug Wheelock e Tracy Caldwell Dyson iniciaram hoje a terceira caminhada espacial programada para reparar o sistema de refrigeração da Estação Espacial Internacional (ISS), danificado há duas semanas.
A missão principal dos engenheiros de voo Wheelock e Caldwell Dyson, com duração prevista de seis horas e meia, consistirá em instalar uma bomba que distribui amoníaco líquido ao sistema de refrigeração de um dos módulos da plataforma orbital.
Após vários dias de análise e depuração dos procedimentos, o controle de operações da missão da ISS se reuniu no domingo e deu a aprovação definitiva para uma terceira caminhada espacial.
Os astronautas terão também de reiniciar e ativar a metade do sistema de refrigeração da Estação, que ficou danificado há duas semanas devido à falha da bomba, informou o escritório da Nasa (agência espacial americana) em Moscou.
Astronautas tentam consertar refrigeração da ISS pela 2ª vez
do Portal Terra
Os astronautas americanos Doug Wheelock e Tracy Caldwell Dyson empreenderão nesta quarta(12/08/2010) uma nova caminhada para reparar o sistema de refrigeração da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês).
Eles retomarão a tarefa que não conseguiram concluir no sábado passado, de substituir a bomba que distribui amoníaco líquido ao sistema de refrigeração de um dos módulos da plataforma orbital, informou a Nasa (agência espacial americana).
Por enquanto não se sabe a hora de finalização da caminhada fora da estrutura, já que, no sábado, a operação durou sete horas e foi uma das mais longas da história.
Hoje, os astronautas terão que isolar os canos de amoníaco de um circuito da ISS e conectá-los, já que, no sábado, eles descobriam que um dos quatro encanamentos estava com defeito.
Antes da caminhada, os controladores de terra ativaram a válvula reguladora de pressão gasosa do circuito de nitrogênio, para reduzir a pressão geral no encanamento de refrigeração que ficou inativo.
A redução da pressão ajudará no fechamento das válvulas de desligamento rápido na conexão dos módulos S0 e S1. A pressão mais baixa facilitará a conexão de todos os encanamentos de fluidos uma vez que a nova bomba esteja instalada, para o qual será necessária uma terceira caminhada, que a Nasa ainda não programou, mas que, segundo a agência espacial, "não será antes de domingo".
Nasa estuda como enviar robô ao espaço
Paula Rothman, de INFO Online
A Agência Espacial Americana passou os últimos quatro meses com um problema: como mandar um robô de 150 quilos ao espaço?
Ou melhor: como protegê-lo contra as vibrações e a força da gravidade – que chega a ser três vezes maior do que na Terra – durante os oitos minutos de ascensão até a órbita?
Calcular as medidas necessárias para proteger o Robonaut2, o robô astronauta, foi um grande desafio para a Nasa ao planejar o lançamento da missão STS-133, que decola em novembro com o ônibus espacial Discovery.
Quando chegar à Estação Espacial Internacional, o R2, como é chamado, será capaz de realizar as funções mais repetitivas dentro do laboratório em órbita, liberando astronautas para tarefas mais complicadas. Um dia, ele pode até fazer caminhadas no espaço.
O robô foi criado em parceria com a General Motors justamente para ser um assistente para trabalhos no espaço. Dotado de mãos humanóides, sensores e um capacete com duas câmeras para visão tridimensional, ele pode interagir sem problemas com objetos projetados para humanos. Sua programação também é sensível o bastante para responder a um aperto de mão com a mesma força aplicada pela pessoa – o que significa que ele pode segurar um objeto sem quebrá-lo.
Pesando 226 quilos ao ser instalado na plataforma de fixação, o Robonaut2 será o objeto mais pesado já levado as espaço dentro de um módulo de carga. Para protegê-lo, engenheiros e técnicos com décadas de experiência criaram uma cápsula de alumínio forrada por blocos de espuma. O truque desta embalagem foi desenhá-la de forma que possa ser retirada com facilidade pelos astronautas na ISS.
Curiosamente, a melhor posição encontrada para o R2 durante o lançamento é a mesma adotada pelos astronautas: voltado para o nariz da nave, com o peso recaindo sobre suas costas.
Nasa adia para sexta-feira a reparação de danos na ISS
A Nasa decidiu esperar até sexta-feira(06/08/2010) para realizar uma caminhada espacial com o objetivo de substituir uma das bombas do sistema de refrigeração da Estação Espacial Internacional (ISS) que deixou de funcionar no ultimo fim de semana.
A agência espacial americana informou que os diretores responsáveis pela missão, pelo programa na ISS, controladores, engenheiros, astronautas e especialistas em caminhadas espaciais tomaram na segunda-feira, de última hora, a decisão de esperar, após terem analisado os procedimentos e revisado os resultados de uma sessão de treinos subaquáticos.
Com isso, está previsto que os astronautas da Expedição 24, Doug Wheelock e Tracy Caldwell Dyson, comecem as tarefas de reparação no exterior da ISS na sexta-feira. Seus companheiros Cady Coleman e Suni Williams passaram a tarde em um laboratório do Centro Espacial Johnson para praticar sob a água os trabalhos que os astronautas terão que fazer para recuperar o circuito de refrigeração em um total de duas caminhadas.
Especialistas em robótica estão definindo os procedimentos que a engenheira de voos da Expedição 24, Shannon Walker, terá que aplicar para guiar o braço mecânico Canadarm2, que colocará a Wheelock na posição adequada para substituir o módulo danificado com uma reposição que está armazenada em uma unidade da plataforma 2 e que está instalada no compartimento Quest.
A ISS segue "estável", indicou a Nasa. Os sistemas de refrigeração são fundamentais, pois mantêm a uma temperatura adequada os equipamentos, aparelhos e controles. Cada módulo com bomba pesa 354 quilos, e os astronautas terão que desligar e reativar cinco conexões elétricas e quatro dispositivos de desconexão rápida, entre outras tarefas.
A reposição da bomba foi levada à ISS na missão STS-121 em julho de 2006. Um dos módulos que bombeia amoníaco a um dos dois sistemas de refrigeração da ISS deixou de funcionar no sábado à noite depois que uma sobrecarga provocou a avaria. Os astronautas, então, foram obrigados a desligar vários equipamentos e instrumentos.
Uma primeira tentativa de reativar o módulo fracassou, mas a maioria dos sistemas está sendo resfriados, e muitos outros estão funcionando depois da instalação de cabos ponte do laboratório "Destiny".
Em nova caminhada, cosmonautas russos integram módulo científico à ISS
De Agencia EFE
Os cosmonautas russos Fyodor Yurchikhin e Mikhail Kornienko concluíram nesta terça com sucesso uma saída ao espaço para acabar de integrar o módulo russo Rassvet à Estação Espacial Internacional (ISS), informou o Centro de Controle de Voos Espaciais (CCVE) da Rússia.
"Às 14h54 no horário de Moscou (7h54 de Brasília 27/07/2010) retornaram à estação e fecharam as comportas", declarou à agência oficial russa "Itar-Tass" o porta-voz do CCVE, Valeri Lindin.
A caminhada espacial, que começou às 1h11 (de Brasília) teve duração de 43 minutos além da previsão inicial.
Durante a permanência na parte externa da ISS, Kornienko e Yurchikhin instalaram uma nova câmera de televisão no casco do módulo Zvezda, que será utilizada para gravar os acoplamentos dos cargueiros europeus ATV ao segmento russo da plataforma.
Os cosmonautas russos conectaram ainda dois cabos ao módulo científico Rassvet, que permitirão o acoplamento em regime automático a essa unidade das naves tripuladas Soyuz e os cargueiros Progress.
Esta foi a quarta saída de Yurchikhin ao espaço. Em 2007, ele fez suas primeiras três caminhadas durante seu segundo voo espacial. Já Kornienko teve a primeira experiência.
Destroço chinês ameaçaria Estação Espacial
Paula Rothman, de INFO Online
Destroços de um satélite bombardeado pela China em 2007 podem ameaçar a Estação Espacial Internacional.
O satélite meteorológico chinês Feng Yun 1C foi destruído propositalmente por um míssil.
Agora, segundo informações da AFP, um oficial russo teria afirmado que os astronautas já foram alertados para uma possível fuga. Se for comprovado que os restos estão em rota de colisão com a ISS, os seis tripulantes estão orientados a entrar nas duas naves russas Soyuz, atracadas na estação.
A Agência Interfax cita um oficial russo ao descrever a rota dos detritos como perigosa, dizendo que seria tarde demais para tentar manobrar a ISS. No entanto, a porta-voz da NASA, Kelly Humphries, disse que os detritos estão sendo monitorados, mas que sua distância da ISS é significativa.
A destruição do satélite chinês em 2007 despertou críticas em todo o mundo, e Pequim foi condenada pelo risco de se criar detritos perigosos no espaço.
Cosmonautas russos farão caminhada para ligar módulo científico à ISS
De Agencia EFE
Os cosmonautas russos Fyodor Yurchikhin e Mikhail Kornienko realizarão na semana que vem uma caminhada para ligar o módulo russo Rassvet à Estação Espacial Internacional (ISS), informou hoje o Centro de Controle de Voos Espaciais (CCVE) da Rússia.
"A saída para o espaço dos cosmonautas será em 27 de julho. Será realizada a partir do módulo russo Pirs", preciso um porta-voz do centro, citado pela agência "Interfax".
A caminhada começará às 0h45 (de Brasília) e deve durar seis horas, nas quais os Yurchikhin e Kornienko deverão conectar as antenas do sistema automático de aproximação e engate Kurs ao módulo científico Rassvet, transportado à plataforma orbital em maio a bordo da nave americana Atlantis.
"Isto permitirá em um futuro que os acoplamentos neste módulo das naves pilotadas Soyuz TMA e os cargueiros Progress M sejam automatizadas", indicou.
Os cosmonautas transferirão uma câmera de gravação do porto de acoplamento ativo do Rassvet ao passivo e substituirão outra câmera no módulo Zvezda.
A da semana que vem será a quarta saída de Yurchikhin ao espaço, depois de em 2007 realizar as primeiras três caminhadas durante seu segundo voo espacial. Já de Kornienko será a primeira.
Yurchikhin realizará outras duas saídas ao espaço em novembro, acompanhado do cosmonauta russo Oleg Skripochka, quem arribará à plataforma orbital em outubro.
A atual tripulação do laboratório espacial é integrada pelos russos Yurchikhin, Kornienko e Aleksandr Skvortsov e os astronautas americanos Doug Wheelock, Shannon Walker e Tracy Caldwell.
Nasa prepara missão que levará detector de R$ 2,6 bi à ISS
Tanque do Endeavour é transportado
do Terra
A Nasa - a agência espacial americana - prepara o lançamento da última missão de um ônibus espacial. Após anunciar, no início do mês, que adiaria a aposentadoria dos ônibus espaciais, a agência agora faz os ajustes para os voos programados para novembro e fevereiro que levarão cargas de peças para a Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês).
A missão do Discovery foi transferida de setembro para 1º de novembro, conforme o novo plano aprovado pela direção da agência espacial dos Estados Unidos. O voo do Endeavour, que levará um detector de partículas de US$ 1,5 bilhão (aproximadamente R$ 2,6 bilhões), o Espectrômetro Magnético Alfa, ficou para 26 de fevereiro. Será a 134ª e última missão de um ônibus espacial.
Inicialmente, a Nasa previa aposentar essas naves no fim de 2010. Para conseguir um prazo mais folgado, o Congresso deve liberar uma verba de US$ 600 milhões, e a própria agência conseguiu reduzir em US$ 200 milhões o custo mensal do programa de ônibus espaciais. A verba resultante deve ser suficiente para manter o programa ativo até março de 2011.
O custo elevado é o principal motivo para o fim dos ônibus espaciais. O governo submeteu ao Congresso um polêmico plano para substituí-los por voos comerciais, o que liberaria a Nasa para desenvolver tecnologias necessárias para futuras missões tripuladas a asteroides, a Marte e a outros destinos do Sistema Solar.
Problemas de oxigênio na ala americana da ISS
O segmento americano da Estação Espacial Internacional (ISS), que há poucos dias ficou sem vaso sanitário, tem agora problemas com o gerador de oxigênio, informou hoje um especialista da Nasa em Moscou.
Conforme o especialista, o sistema análogo do segmento russo funciona perfeitamente, por isso que a tripulação não está tendo problemas.
O especialista afirmou que o banheiro e o sistema russo de geração de oxigênio funcionam perfeitamente e que o segmento possui depósitos suficientes para abastecer as duas tripulações.
O gerador de oxigênio americano parou de funcionar na segunda, mas a Nasa não informou de forma oficial até hoje sobre o problema.
Mais astronautas podem ser enviados à ISS pela agência europeia
A Agência Espacial Europeia (ESA) disse hoje que negocia com a Rússia contratos para o envio de um maior número de astronautas europeus à Estação Espacial Internacional (ISS) em naves russas Soyuz.
"As negociações já estão sendo realizadas", disse à agência "Interfax" um representante da ESA na Rússia.
Simonetta Di Pippo, diretora dos voos tripulados da ESA, afirmou que a agência negociava com seu parceiro russo, Roscosmos, um contrato sobre voos adicionais de astronautas europeus à ISS em missões de curta duração entre 2013 e 2016.
Após a decisão da agência americana de suspender no fim do ano os voos de suas naves à ISS até que os novos ônibus fiquem prontos, as Soyuz russas serão o único meio de transporte de tripulações até a plataforma orbital.
do Portal Terra
A nave de carga russa "Progress M-06M" foi acoplada hoje com sucesso à Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) após a interrupção da tentativa de sexta-feira passada, informou o Centro de Controle de Voos Espaciais da Rússia (CCVE).
A manobra aconteceu de forma automática, como estava previsto, disse um porta-voz do CCVE em declarações à agência russa "Interfax".
A "Progress M-06M" foi acoplada às 13h17 de Brasília ao módulo de serviço russo Zvezda com ajuda do sistema automático de aproximação e engate Kurs, o mesmo que falhou no último dia 2.
Em aproximadamente três horas, depois que as pressões da nave e do módulo Zvezda estiverem igualadas, os tripulantes da plataforma orbital abrirão as escotilhas.
A nave não tripulada, que foi lançada na quarta-feira passada da base de Baikonur (Cazaquistão), levou 2.630 quilos de carga à ISS.
Na sexta-feira passada, uma falha no sistema Kurs provocou a interrupção da primeira tentativa de acoplamento quando a "Progress" estava a dois quilômetros da ISS, sem que seus tripulantes pudessem conectar o sistema de engate manual.
Como declarou o número dois da agência espacial russa, Roscosmos, Vitaly Davydov, a nave de carga ficou a três quilômetros da ISS, a uma distância segura para a estação espacial.
"Foi um falha de comunicação por rádio", disse hoje Davydov, para quem o problema pode ter ocorrido devido a interferências ou porque a estrutura do ISS não permitiu a passagem do sinal de rádio.
Os especialistas confiam que poderão definir os motivos da imperfeição em duas semanas, declarou Vitaly Lopota, presidente do consórcio russo Energia, fabricante de naves espaciais.
O sistema Kurs foi usado com sucesso em mais de cem ocasiões com diferentes tipos de nave.
Entretanto, esta não é a primeira vez em que apresenta problemas: em 1º de maio deste ano, os tripulantes da ISS tiveram que acoplar manualmente a nave de carga "Progress M-05M" devido a uma falha do Kurs.
Segundo a Roscomos, o incidente de sexta-feira foi uma falha simples, não uma avaria, e a "Progress M-06M" sempre esteve sobre controle.
A "Progress M-06M" contém combustível, água, oxigênio, alimentos, roupas e diversos equipamentos, além de presentes dos tripulantes da ISS, como desenhos feitos por seus filhos.
A atual tripulação da ISS é formada pelos cosmonautas russos Aleksandr Skvortsov, Fyodor Yurchikhin e Mikhail Kornienko e os astronautas americanos Doug Wheelock, Shannon Walker e Tracy Caldwell.
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