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Nasa vai transmitir voo do Discovery marcado para hoje




A partida será do Centro Espacial Kennedy, em Cabo Canaveral, na Flórida (EUA), e está marcada para o dia 24/02/2011 às 16h50 do horário local (18h50 de Brasília).

Nasa adia lançamento do ônibus espacial Discovery para quarta

A Nasa adiou hoje(30/10/2010) o lançamento do Discovery para a próxima quarta-feira, já que os especialistas demorarão mais que o previsto para regular um vazamento de hélio e nitrogênio em uma peça da nave. "Atualmente estamos em bom caminho para conseguir", disse o diretor de testes da Nasa, Jeff Spaulding.

O lançamento foi programado para quarta-feira, 3 de novembro, 17h52 no horário de Brasília (às 15h52 hora local). O Discovery sairá em sua última missão do Centro Espacial John F. Kennedy, na Flórida.

A Nasa detectou um vazamento de hélio e nitrogênio na área de pressurização do sistema de manobra orbital direito da nave, que a obrigou, na sexta-feira, a adiar o lançamento que inicialmente estava previsto para 1º de novembro. No entanto, segundo Spaulding, a Nasa tem uma margem de até domingo, 7 de novembro, para efetuar a operação.

O Discovery viajará à Estação Espacial Internacional (ISS) na missão STS-133, para levar um módulo de armazenamento e suprimentos. Além dos seis tripulantes viajará o androide Robonaut 2, conhecido como R2, que ficará como um membro a mais da Estação Espacial.

Durante os 11 dias que durará a missão, os astronautas realizarão duas caminhadas espaciais. O comandante Steve Lindsey, o piloto Eirc Boe e os especialistas de missão Alvin Drew, Tim Kopra, Michael Barratt e Nicole Stott, compõem a missão STS-133.

A probabilidade de que as condições meteorológicas sejam favoráveis para o lançamento é de 70%, segundo a meteorologista da Nasa, Kathy Winters. As principais preocupações são as nuvens baixas e a possibilidade de chuva a 32 quilômetros da pista do Centro espacial, de onde partirá e aterrissará a nave.

Do Portal Terra

Nasa estuda como enviar robô ao espaço

Paula Rothman, de INFO Online

A Agência Espacial Americana passou os últimos quatro meses com um problema: como mandar um robô de 150 quilos ao espaço?

Ou melhor: como protegê-lo contra as vibrações e a força da gravidade – que chega a ser três vezes maior do que na Terra – durante os oitos minutos de ascensão até a órbita?

Calcular as medidas necessárias para proteger o Robonaut2, o robô astronauta, foi um grande desafio para a Nasa ao planejar o lançamento da missão STS-133, que decola em novembro com o ônibus espacial Discovery.

Quando chegar à Estação Espacial Internacional, o R2, como é chamado, será capaz de realizar as funções mais repetitivas dentro do laboratório em órbita, liberando astronautas para tarefas mais complicadas. Um dia, ele pode até fazer caminhadas no espaço.

O robô foi criado em parceria com a General Motors justamente para ser um assistente para trabalhos no espaço. Dotado de mãos humanóides, sensores e um capacete com duas câmeras para visão tridimensional, ele pode interagir sem problemas com objetos projetados para humanos. Sua programação também é sensível o bastante para responder a um aperto de mão com a mesma força aplicada pela pessoa – o que significa que ele pode segurar um objeto sem quebrá-lo.

Pesando 226 quilos ao ser instalado na plataforma de fixação, o Robonaut2 será o objeto mais pesado já levado as espaço dentro de um módulo de carga. Para protegê-lo, engenheiros e técnicos com décadas de experiência criaram uma cápsula de alumínio forrada por blocos de espuma. O truque desta embalagem foi desenhá-la de forma que possa ser retirada com facilidade pelos astronautas na ISS.

Curiosamente, a melhor posição encontrada para o R2 durante o lançamento é a mesma adotada pelos astronautas: voltado para o nariz da nave, com o peso recaindo sobre suas costas. 

Nasa adia fim dos voos de ônibus espaciais para 2011

Astronautas treinam em simulador para o voo final do ônibus espacial Discovery. Divulgação/Nasa

estadao.com.br

O programa de ônibus espaciais da Nasa vai continuar operando em 2011. Depois de semanas de especulações, a agência espacial oficializou nesta quinta-feira, 1º, a decisão, provocada por atrasos na preparação da carga que será levada ao espaço nos dois últimos voos dessa geração de naves. Além disso, um possível terceiro - e definitivamente último - voo ficou para agosto.

Administradores concordaram em adiar o penúltimo lançamento, da nave Discovery, para novembro. Originalmente, a missão deveria ocorrer em setembro. E a última missão programada agora tem data marcada para 26 de fevereiro de 2011, quando o Endeavour encerrará os 30 anos do programa de ônibus espaciais entregando um importante instrumento científico para a Estação Espacial Internacional (ISS).

O Espectrômetro Magnético Alfa - um detector de partículas - está sendo reformado na Europa, para ganhar uma vida útil ampliada assim que for instalado na ISS. O trabalho extra causou sucessivos adiamentos do lançamento do Endeavour.

Quanto á possibilidade de um voo de despedida numa missão extra do ônibus espacial Atlantis, nenhuma decisão será tomada antes de agosto. A Nasa gostaria de usar o Atlantis uma vez mais, em junho de 2011, antes que a frota seja aposentada.

A Casa Branca teria de autorizar essa missão adicional. A Nasa estima que pode custar até US$ 200 milhões ao mês manter o programa de ônibus espaciais operando além de 2010. O plano original, apresentado em 2004 pelo então presidente George W. Bush, previa o encerramento das operações neste ano.

Independentemente do que for decidido, o Atlantis será preparado para lançamento como nave de resgate para os astronautas do Endeavour. A praxe de manter um ônibus espacial de prontidão enquanto outro se encontra no espaço foi adotada após o desastre do Columbia, em 2003.

Neste ano, o presidente Barack Obama ordenou que a Nasa se dedique a metas de longo prazo, como op desenvolvimento de tecnologias para permitir o envio de astronautas além da órbita da Lua em 2025. Por esse plano, empresas provadas assumirão as tarefas mais rotineiras, como levar astronautas à ISS. A empresa SpaceX testou com sucesso seu foguete Falcon 9, um candidato a esse tipo de serviço, no mês passado.

Após a aposentadoria dos ônibus espaciais e Até que um foguete comercial esteja pronto e seja considerado seguro, os astronautas americanos dependerão de caronas a bordo de naves russas para ter acesso ao espaço.

O ex-astronauta e ex-senador John Glenn pediu que os ônibus espaciais sejam mantidos até que o substituto chegue.

Ônibus espacial Discovery pousa depois de uma série de adiamentos

Nave fez sua penúltima viagem à estação espacial internacional (ISS).
Sua última missão, que encerra era dos ônibus espaciais, será em setembro.

Do G1, em São Paulo

Discovery pousa às 10h08 (de Brasília) após completar 238 órbitas (Foto: Bruce Weaver / AP (pool) - 20-04-2010)

A Discovery pousou nesta terça-feira (20) às 10h08 (hora de Brasília) no Centro Espacial Kennedy, sul da Flórida, após uma série de adiamentos por procedimentos de segurança e por causa do mau tempo. Esse foi o 129º pouso de um ônibus espacial. Só haverá mais três. Depois disso, a frota será desativada.

O ônibus espacial volta à Terra com sete astronautas depois de uma missão de 15 dias e quase 3 horas. O objetivo foi o mesmo das últimas viagens: ampliação e/ou manutenção da estação espacial internacional (ISS).

 Esta foi a penúltima missão da Discovery. A Atlantis se despede em maio. A Endeavour, em julho. A última missão da frota será em setembro, da Discovery. Depois disso, a “ponte aérea” tripulada para a ISS vai depender das naves russas Soyuz.

A ISS é habitada desde 2 de novembro de 2000. A uma velocidade de 28 mil quilômetros por hora, a estação orbita a Terra 16 vezes por dia a cerca de 400 km de altitude, monitorando 90% da superfície do planeta.

O complexo é fruto de uma parceria das agências espaciais de EUA, Rússia, União Europeia, Japão e Canadá. Quando estiver concluída a ISS vai pesar 363 toneladas. A tripulação completa é composta por 6 astronautas/cosmonautas, com a missão de conduzir experimentos científicos e preparar futura exploração da Lua e de Marte.

Astronautas fazem terceira e última caminhada espacial da Discovery

Dupla americana deve trabalhar no Espaço durante mais de 6 horas.
Nave deve voltar à Terra em 19 de abril.

Do G1, com agências internacionais

Os astronautas americanos Rick Mastracchio e Clayton Anderson fazem nesta terça-feira (13) a terceira e última saída espacial da missão da nave "Discovery" na Estação Espacial Internacional (ISS).

Os astronautas abandonaram a escotilha da câmara de descompressão às 4h11(13/10)(pelo horário de Brasília) e devem trabalhar no exterior da ISS durante aproximadamente seis horas e meia, informou o escritório da Nasa em Moscou.

O astronauta Rick Mastracchio trabalha durante a caminhada 
espacial desta terça-feira (13) fora da Estação Espacial Internacional, 
em imagem divulgada pela TV da Nasa. (Foto: AFP)

A tarefa dos astronautas é completar a substituição de um velho depósito de amoníaco por outro e transferir um adaptador do módulo europeu Columbus ao compartimento de carga da nave 

Este passeio é o sexto de Mastracchio e Anderson, o número 143 na ISS e o 332º na história da conquista do espaço, desde a primeira saída ao exterior de 18 de março de 1965, com o cosmonauta soviético Leonid Leonov na nave Vosjod-2. 

No início da missão, os astronautas conectarão o novo depósito às mangueiras de provisão de amoníaco e nitrogênio, para integrá-lo no sistema de regulação térmica do segmento americano da estação espacial. 

O Discovery, cujo retorno à Terra foi adiado por um dia para a Nasa, se desenganchará da plataforma orbital no próximo dia 17 para aterrissar no Centro Espacial Kennedy (no estado americano da Flórida) na segunda-feira, 19 de abril. 

A missão principal da Discovery era entregar à ISS o módulo multiuso Leonardo, que contém uma série de compartimentos para a realização de experimentos científicos no espaço, assim como um setor dormitório e espaço para equipes.

Discovery decola rumo à ISS




Sete astronautas estão a bordo. Pela primeira vez, tripulação inclui três mulheres.

O ônibus espacial Discovery decolou nesta segunda-feira (05/04/2010) de uma plataforma de lançamento no Centro Espacial Kennedy (Cabo Canaveral, Flórida) às 6h21 locais (7h21 de Brasília) com destino à Estação Espacial Internacional (ISS).

Dois minutos depois, o tanque e os foguetes propulsores se soltaram da nave, que continuou sua trajetória até a órbita onde se encontrará com a ISS. A nave subiu a uma velocidade mais de cinco vezes superior à velocidade do som, superando 26.000 km/h, e entrou em órbita depois que os três motores criogênicos consumiram o combustível formado de hidrogênio e oxigênio líquido a baixa temperatura. A nave alcançou a órbita terrestre oito minutos depois do lançamento.

Uma vez posicionado a 225 km da Terra, o Discovery se desloca em direção à ISS. O acoplamento com a Estação, que fica a cerca de 350 km de altitude, está previsto para quarta-feira (07).

Participam da missão sete astronautas, entre eles três mulheres. A tripulação chegou na quinta-feira (01) ao Centro Espacial Kennedy. O comandante Alan Poindexter havia dito que a equipe estava "muito feliz de estar no Kennedy". "Fizemos um breve voo pela área e vimos a boa nave Discovery lá fora, ela parece ótima e estamos prontos para a partida", completou.

O comandante da missão será Alan Poindexter e Jim Dutton pilotará a nave até a ISS. A tripulação se completa com os especialistas Rick Mastracchio, Clay Anderson, Dorothy Metcalf-Lindenburger, Stephanie Wilson e Naoko Yamazaki, da Agência de Prospecção Aeroespacial do Japão (JAXA).

Na ISS eles encontrarão a americana Tracy Caldwell Dyson, batendo o recorde de mulheres simultâneamente no espaço.

Missão  A missão de 13 dias, de código STS-131, leva o módulo multifuncional logístico Leonard, cheio de equipamentos científicos para os laboratórios a bordo da Estação, Além de 1,8 ton de equipamentos e provisões para os ocupantes da ISS.

Também levará um sistema de pesquisa de atrofia muscular que permitirá aos astronautas determinar a força de seus músculos quando estão no espaço. O sistema ajudará os astronautas a realizar exercícios ao redor de seis articulações e decidir medidas para impedir sua atrofia.

A STS-131 também testará um novo avanço tecnológico da área espacial: um sistema de purificação de água tão absoluto que o líquido poderá ser usado até em injeções intravenosas.

Há três caminhadas espaciais planejadas, que incluem os trabalhos de substituir um tanque de amônia, recuperar um experimento japonês no exterior da Estação e lidar com um giroscópio (equipamento que mede orientação da nave).

Os ônibus espaciais devem ser aposentados no fim deste ano. Ás próximas missões serão lançadas em 14 de maio (Atlantis), 29 de julho (Endeavour), e 16 de setembro (Discovery).

Órbita da Estação Espacial é aumentada em 6,2 quilômetros

Laboratório espacial terá o acoplamento em abril da Soyuz TMA-18 com os novos membros da tripulação da ISS

EFE

A altura da órbita da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) foi aumentada em 6,2 quilômetros a fim de garantir as condições ótimas para o acoplamento, no próximo dia 4 de abril, da nave pilotada Soyuz TMA-18, informou neste domingo o Centro de Controle de Voos Espaciais (CCVE) da Rússia.

"Para a manobra foram usados os oito propulsores, de aproximação e engate, da nave de carga Progress M-04M, encostada no módulo de serviço Zvezda do segmento russo da ISS", disse à agência Interfax um porta-voz do CCVE.

Acrescentou que os motores do cargueiro foram ligados às 19h15 do sábado (horário de Brasília) e estiveram em funcionamento durante 26 minutos.

"A plataforma aumentou sua velocidade em 3,6 metros por segundo. A órbita média da ISS foi elevada em 6,2 quilômetros e agora é de quase 349 quilômetros", assinalou o porta-voz.

Esta foi a segunda das duas correções de órbita do laboratório espacial programadas este mês para o acoplamento em abril da Soyuz TMA-18 com os novos membros da tripulação da ISS.

Estas manobras deverão proporcionar também condições favoráveis para o acoplamento da nave "Discovery", cujo lançamento está previsto para o dia 5 de abril.

Nasa reduz preço dos ônibus espaciais após aposentadoria

O ônibus espacial Atlantis, uma das duas naves disponíveis para venda com entrega em 2011.

estadao.com.br

Instituição que quiser ter um ônibus espacial para exibir precisará pagar US$ 28,8 milhões à agência.

A Nasa reduziu, de US$ 42 milhões para US$ 28,8 milhões, o total que terá de ser desembolsado por qualquer organização que queira comprar e exibir um ônibus espacial, após a aposentadoria das naves. O último vôo previsto de um ônibus espacial está previsto para o segundo semestre deste ano.

Em nota divulgada nesta sexta-feira, 15, a agência espacial informa que decidiu assumir, sem repassar ao comprador, os custos de tornar as naves seguras para exibição pública.

As instituições interessadas em adquirir uma das naves devem enviar suas propostas à Nasa até a meia-noite de 19 de fevereiro. Das três naves restantes da frota, o ônibus espacial Discovery será entregue ao Museu Nacional de Ar e Espaço dos EUA.

Com isso, ficam disponíveis para outras instituições o Endeavour e o Atlantis. A entrega das naves não deve ocorrer antes de meados de 2011.

Nasa descobre cocaína em hangar de ônibus espacial

Pacote estava do lado de fora do banheiro do hangar do Discovery, que tem voo marcado para março.

estadao.com.br

A Nasa está investigando a origem de um pequeno pacote de cocaína encontrado do lado de fora do banheiro do hangar do ônibus espacial Discovery, informa o website Space.com, que ouviu representantes da agência espacial. A próxima missão do Discovery está prevista para o mês de março.

Segundo o site, a cocaína foi descoberta na terça-feira, e testes confirmaram a presença da droga. O hangar é numa área restrita, á qual apenas cerca de 200 pessoas têm acesso - todas obrigadas a usar crachás especiais de segurança. A Nasa está submetendo essas pessoas a exames, e um porta-voz da agência declarou que existe uma política de "tolerância zero" com drogas na organização.

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