The six astronauts on the International Space Station are wishing the people of Earth a very Happy New Year for 2012.
"Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo é uma alegria para mim compartilhar uma época e um planeta com você." - Carl Sagan
Feliz 2012!
The six astronauts on the International Space Station are wishing the people of Earth a very Happy New Year for 2012.
Cometa Lovejoy por Cima de Paranal
O Cometa Lovejoy (C/2011 W3) sobreviveu o seu encontro próximo com o Sol no início deste mês, e alcançou um lugar de destaque nos céus do hemisfério Sul mesmo a tempo do Natal.
Visto aqui antes do nascer-do-Sol a partir do Observatório de Paranal no Chile, as caudas do cometa prolongam-se bem para cima do horizonte a Este. Com mais de 20 graus, sobem paralelamente ao plano da nossa Via Láctea.
Só por si um espectáculo de cortar a respiração, o Lovejoy desempenha o seu show celeste juntamente com as estrelas e nebulosas, incluindo a Grande e a Pequena Nuvem de Magalhães para a direita da cúpula do telescópio, e o brilho da luz zodiacal à esquerda da imagem.
Com as unidades do VLT de Paranal na imagem, esta cena de ângulo-largo foi capturada a 23 de Dezembro de 2011.
Afastando-se do Sol, as caudas do Cometa Lovejoy continuam a crescer em tamanho mesmo estando cada vez mais ténue.
Nasa divulga foto inédita de luas de Saturno
A Nasa acaba de divulgar uma imagem impressionante de duas das mais de 60 luas de Saturno. Nela, Titã, o maior dos satélites que tem tamanho superior ao do planeta Mercúrio, aparece acompanhado de Dione, o terceiro maior.
As duas luas "posam" com os famosos anéis do planeta.
O registro foi feito em 21 de maio de 2011 pela sonda Cassini, que orbita o planeta. Para chegar às cores de aparência natural, foram combinadas imagens com filtros vermelho, azul e verde.
Comandante da Estação Espacial captura visão sem precedentes da Cometa Lovejoy
Na Estação Espacial Internacional Comandante Dan Burbank capturou imagens espetaculares do Cometa Lovejoy como visto de cerca de 240 milhas acima do horizonte da Terra na quarta - feira, 21 de dezembro. Burbank descreveu ter visto o cometa como "a coisa mais incrível que eu já vi no espaço", em entrevista à WDIV-TV em Detroit
Tome Ciência - A Ciência e a Lei
A constante evolução dos avanços científicos e tecnológicos acaba influenciando as leis. Novas realidades proporcionadas pela ciência — fertilização in vitro, clonagem, células tronco, alimentos transgênicos — geram situações inéditas para o ser humano. É dever do direito acompanhar essas sucessivas transformações e criar leis adequadas às novas circunstâncias. Nesse sentido, algumas questões se fazem prioritárias: o embrião possui direitos constitucionais? É justo investigar o genótipo de um indivíduo para fins de emprego ou seguro saúde? A relação entre ciência e direito é o tema deste debate, que aborda ainda o direito ambiental, ética, direito dos animais, congelamento de cadáveres e eutanásia.
Participantes: Franklin Rumjanek, Ph.D., professor titular do Departamento de Bioquímica Médica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), responsável pelo Laboratório de Bioquímica Molecular de schistosoma mansoni e pelo Laboratório SONDA – UFRJ, que presta serviços de paternidade e identidade por DNA. Sônia Barroso, mestre em Direito Civil, professora das Universidades Estácio de Sá, Cândido Mendes e Gama Filho. Maurício Govêa, procurador federal, membro do Comitê de Ética em Pesquisa de Seres Humanos da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), e membro da Comissão de Bioética do Hospital Universitário Clementino Fraga da UFRJ. André Tostes, advogado, procurador do Município do Rio de Janeiro e professor na Pontifica Universidade Católica (PUC).
O Anel de Einstein - Einstein Ring
O que é grande e azul, que pode envolver toda uma galáxia?
Uma miragem de lente gravitacional. Na foto, a gravidade de uma galáxia vermelha luminosa (LRG) distorceu gravitacionalmente a luz de uma galáxia azul, muito mais distante.
Mais comumente, esse empenamento da luz resulta em duas imagens distinguíveis da galáxia distante, mas aqui o alinhamento das lentes é tão preciso que a galáxia de fundo é distorcida, ganhando o formato de uma ferradura - um anel quase inteiro.
Como esse efeito de lente foi previsto com alguns detalhes por Albert Einstein há mais de 70 anos, anéis como esse recebem o nome de Anéis de Einstein.
Embora a LRG 3-757 tenha sido descoberta em 2007 através de dados da Sloan Digital Sky Survey (SDSS), a imagem aqui mostrada é uma observação subsequente feita com a Câmera de Campo Amplo 3 do Telescópio Espacial Hubble Space.
Lentes gravitacionais potentes como LRG 3-757 são mais do que meras curiosidades - suas propriedades múltiplas permitem aos astrônomos determinar a massa e a o conteúdo de matéria escura das galáxias lentes de fundo.
O rover Curiosity da NASA começa a pesquisa no espaço
O rover Curiosity da NASA, com o tamanho de um carro pequeno, começou a monitorizar a radiação espacial durante a sua viagem de 8 meses da Terra até Marte. A pesquisa vai ajudar a planear futuras missões tripuladas ao Planeta Vermelho.
O Curiosity (ou Mars Science Laboratory, MSL) foi lançado a 26 de Novembro de 2011 a partir de Cabo Canaveral, Flórida, EUA. Transporta um instrumento chamado RAD (Radiation Assessment Detector) que monitoriza as partículas atómicas e subatómicas altamente energéticas do Sol, de supernovas distantes e de outras fontes.
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| Impressão de artista do rover Curiosity a bordo do seu escudo de protecção durante a viagem até Marte. |
Estas partículas constituem a radiação que pode ser nociva para quaisquer micróbios ou astronautas no espaço ou em Marte. O rover irá também estudar a radiação à superfície de Marte após a sua aterragem em Agosto de 2012.
"O RAD está neste sentido a representar um astronauta dentro da uma nave a caminho de Marte," afirma Don Hassler, investigador principal do RAD no Instituto de Pesquisa do Sudoeste em Boulder, no estado americano do Colorado. "O instrumento encontra-se bem dentro da nave, tal como um astronauta estaria. Compreender os efeitos da nave no campo da radiação é importante para o desenho de naves tripuladas com destino a Marte."
Os estudos prévios desta radiação de partículas energéticas no espaço têm usado instrumentos à ou perto da superfície em várias sondas. O instrumento RAD está dentro do rover, que está dentro da nave e protegido por outros componentes, incluindo a concha que efectuará a descida pela atmosfera superior de Marte.
As estruturas da nave, embora providenciam protecção, também podem contribuir à produção de partículas secundárias geradas quando as partículas altamente energéticas atingem a nave. Nalgumas circunstâncias, as partículas secundárias podem ser mais perigosas do que as primárias.
Estas primeiras medições marcam o começo do envio de dados científicos de uma missão que irá usar 10 instrumentos a bordo do Curiosity para determinar se a cratera Gale em Marte pode ser ou se já foi favorável para a vida microbiana.
"Embora o Curiosity não vá procurar sinais de vida em Marte, o que encontrar pode mudar completamente o que sabemos acerca da origem e evolução da vida na Terra e noutros cantos do Universo," afirma Doug McCuistion, director do Programa de Exploração de Marte na sede da NASA em Washington. "Uma coisa é certa: as descobertas do rover vão providenciar dados críticos que terão impacto no planeamento da pesquisa humana e robótica durante décadas."
À meia-noite de hoje, a nave que transporta o Curiosity já tinha percorrido mais de 66 milhões de quilómetros da sua viagem de 567 milhões de quilómetros até Marte. A primeira manobra de correcção de trajectória da viagem está planeada para meados de Janeiro.
Cometa Lovejoy sobrevive a encontro com o Sol
Contrariando a expectativa dos cientistas, o recém-descoberto cometa C/2011 W3 (Lovejoy) sobreviveu ao seu encontro com o Sol nesta quinta-feira(16/12/2011). Câmeras do Observatório de Dinâmica Solar (SDO, na sigla em inglês), da Nasa, flagraram o objeto emergindo de trás da estrela após ele atingir o periélio, o ponto de maior aproximação dela.
O Lovejoy é um cometa do tipo Kreutz, ou “sungrazer”. Acredita-se que esses cometas são os restos de um grande objeto que deixou a Nuvem de Oort, na periferia do Sistema Solar, e foi fragmentado em sua única passagem pelas proximidades da estrela. Ele é o primeiro “sungrazer”em quase 40 anos a ser identificado primeiro por observações em terra. O cometa foi visto pela primeira vez pelo astrônomo amador australiano Terry Lovejoy em 27 de novembro e teve sua descoberta confirmada no último dia 2 de dezembro.
“Partícula de Deus” pode ter sido finalmente encontrada
A partícula mais cobiçada pelos físicos pode ter sido finalmente encontrada por Anderson Estevan.
O bóson de Higgs, ou "partícula de Deus", como vem sendo chamada, parece pode ter sido encontrada. Foi o que disseram cientistas do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern) em um seminário que ocorreu nesta terça-feira, em Genebra, na Suíça. Mesmo sem confirmar, eles afirmam ter indícios do que possa vir a ser a partícula tão procurada.
Acredita-se que o bóson de Higgs seja a primeira partícula com massa após o Big Bang e que ela tenha sido responsável pela existência de massa em todas as partículas do universo. Sem ele, não haveria massa nos objetos.
Após experimentos realizados com o Grande Colisor de Hádrons (LHC), dois grupos autônomos de pesquisa que trabalham nesta busca, o Atlas e o CMS, registraram padrões compatíveis com o modelo de Higgs, ou seja, estima-se que a partícula esteja na faixa de massa aproximada de 124-125 Giga elétron-volts (GeV).
Até agora, nenhum dos grupos havia tido acesso ao desempenho do outro e mesmo assim chegaram a resultados próximos. Embora ainda não haja dados suficientes para garantir a descoberta, se a partícula existe, os cientistas já sabem onde ela se encontra. O simples fato de que Atlas e CMS chegaram a um ponto de dados comum em seus estudos já foi suficiente para causar excitação na comunidade de física de partículas.
ESO - Observações VLT de explosão de raios gama revelam ingredientes surpreendentes em galáxias primordiais
Uma equipe internacional de astrônomos utilizou a breve mas brilhante luz de uma explosão de raios gama distante para investigar a composição de galáxias muito distantes. Surpreendentemente as novas observações obtidas com o Very Large Telescope do ESO revelaram duas galáxias no Universo primordial mais ricas em elementos pesados que o Sol. As duas galáxias podem encontrar-se em processo de fusão. Tais processos no Universo primitivo originam a formação de muitas estrelas novas, podendo dar origem a explosões de raios gama.
As explosões de raios gama são as explosões mais brilhantes do Universo [1]. São inicialmente observadas por observatórios que se encontram em órbita terrestre, que detectam a curta explosão inicial de raios gama. Depois de localizadas as suas posições, são imediatamente estudadas utilizando telescópios de grandes dimensões instalados no solo, que detectam a radiação visível e infravermelha remanescente emitida ainda nas horas e dias que se seguem à explosão inicial. Uma destas explosões, chamada GRB 090323 [2], foi inicialmente detectada pelo Telescópio Espacial Fermi Gamma-ray da NASA. Pouco tempo depois, o sinal emitido foi observado pelo detector de raios X do satélite Swift da NASA e pelo sistema GROND do telescópio MPG/ESO de 2.2 metros instalado no Chile (eso1049). Esta explosão foi estudada detalhadamente pelo Very Large Telescope (VLT) do ESO, apenas um dia depois da explosão inicial.
As observações obtidas com o VLT mostram que a luz brilhante emitida pela explosão de raios gama passou através da própria galáxia hospedeira e também de outra galáxia próxima. Estas galáxias estão sendo observadas tal como eram há 12 bilhões de anos atrás [3]. Galáxias tão distantes estão raramente envolvidas neste tipo de fenômenos.
“Quando estudamos a radiação emitida por esta explosão de raios gama não sabíamos o que iríamos encontrar. Foi surpreendente descobrir que o gás frio existente nestas duas galáxias do Universo primitivo tem uma composição química tão inesperada,” explica Sandra Savaglio (Instituto Max-Planck para a Física Extraterrestre, Garching, Alemanha), autora principal do artigo científico que descreve este estudo. “Estas galáxias têm mais elementos pesados do que o observado em qualquer galáxia do Universo primordial. Não esperávamos que o Universo estivesse tão cedo já tão evoluído em termos químicos.”
Quando a radiação da explosão de raios gama passou através das galáxias, o gás aí contido atuou como um filtro e absorveu parte desta radiação em certos comprimentos de onda. Sem a explosão de raios gama estas galáxias tênues seriam completamente invisíveis. Ao analisar cuidadosamente as impressões digitais dos diferentes elementos químicos, a equipe conseguiu determinar a composição do gás frio destas galáxias muito distantes e em particular descobriu o seu rico conteúdo em elementos pesados.
Espera-se que as galáxias no Universo primitivo tenham menor quantidade de elementos pesados do que as galáxias no Universo atual, tais como a Via Láctea. Os elementos pesados são produzidos ao longo da vida e morte de várias gerações de estrelas, que gradualmente vão enriquecendo o gás das galáxias [4]. Os astrônomos utilizam o enriquecimento químico das galáxias para determinar em que período das suas vidas estas se encontram. No entanto e surpreendentemente, estas novas observações revelaram que algumas galáxias são já muito ricas em elementos pesados numa altura correspondente a menos de dois bilhões de anos depois do Big Bang, algo inimaginável até agora.
O par de galáxias jovens descoberto deve estar formando estrelas a uma taxa extremamente elevada, de modo a poder enriquecer tanto e tão depressa o gás frio. Uma vez que as duas galáxias estão tão próximas uma da outra, é possível que se encontrem em processo de fusão, o que dará origem a formação estelar quando as nuvens de gás colidem entre si. Os novos resultados apoiam também a ideia de que as explosões de raios gama podem estar associadas a formação estelar intensa.
Formação estelar tão violenta como esta poderá ter cessado muito cedo na história do Universo. Doze bilhões de anos mais tarde, ou seja, agora, os restos de tais galáxias conteriam um grande número de restos estelares tais como buracos negros e anãs brancas frias, formando uma população de “galáxias mortas” difíceis de detectar, apenas sombras tênues de como teriam sido nas suas juventudes brilhantes. Encontrar tais cadáveres atualmente seria um grande desafio.
“Tivemos muita sorte em observar a GRB 090323 quando ainda estava suficientemente brilhante, de tal modo que foi possível obter observações muito detalhadas com o VLT. As explosões de raios gama permanecem brilhantes apenas por curtos espaços de tempo, por isso conseguir dados de boa qualidade é muito difícil. Esperamos poder observar novamente estas galáxias num futuro não muito longínquo quando tivermos disponíveis instrumentos mais sensíveis. Estes objetos seriam um alvo ideal para o E-ELT,” conclui Savaglio.
Nasa se prepara para lançar robô Curiosity a Marte
Os técnicos da Nasa (agência espacial americana) anunciaram nesta quarta-feira(23/11/2011) que está tudo pronto para o lançamento do robô Curiosity, que viajará a Marte a bordo de um foguete Atlas para buscar sinais de vida no Planeta Vermelho.
Um modelo em tamanho real do robô Curiosity que a Nasa enviará a Marte. Foto: The New York Times
"O lançamento neste sábado e os sucessos obtidos pela Nasa no último ano mostram quão equivocadas são as especulações de que acabaram os tempos de glória da Nasa", disse Colleen Hartman, executiva da agência espacial.
O robô, que carrega o Laboratório Científico de Marte (MSL, na sigla em inglês), partirá de Cabo Canaveral, na Flórida, no sábado às 10h02 locais (13h02 de Brasília).
Depois de uma viagem de 9,65 milhões de km nos próximos oito meses e meio, ele se aproximará da cratera Gale de Marte. A plataforma superior, equipada com foguetes, se manterá a cerca de 40 metros da superfície e fará o robô descer a Marte.
"Os Estados Unidos são o único país do mundo que levou a Marte e já fez operar em sua superfície os exploradores robóticos", lembrou Harman. "Mas este, o Curiosity, é um robô com esteroides".
O Curiosity pesa 1 t e tem 3 m de comprimento. É cinco vezes mais pesado que os robôs antecessores - os exploradores Spirit e Opportunity, que chegaram a Marte em janeiro de 2004 na busca de rastros de água. "O Curiosity irá mais longe e descobrirá muito mais que o imaginado", destacou Hartman. "Eu acredito que estarei viva no dia em que poderemos ver a primeira astronauta a pisar sua bota em Marte", disse.
O diretor de lançamentos em Cabo Canaveral, Omar Báez, explicou que os técnicos completaram nesta quarta-feira uma nova revisão dos equipamentos e sistemas do foguete propulsor e a cápsula com o robô. "Tudo está pronto para a partida", resumiu ele.
"Na sexta-feira, levaremos o foguete e a cápsula do hangar à plataforma de lançamento", afirmou Báez. "E no sábado, às 3h (pelo horário local, 6h de Brasília), começará o abastecimento de combustível".
O lançamento, inicialmente previsto para sexta-feira, foi adiado para sábado após os técnicos terem constatado no último fim de semana que era necessário substituir uma das baterias do foguete que levará o robô. Os engenheiros contam com um período de chances de lançamento até 18 de dezembro e esperam que tudo ocorra conforme o previsto para que o veículo chegue a Marte em agosto de 2012.
O Laboratório Científico de Marte (MSL, na sigla em inglês) conta com dez instrumentos para buscar evidências de um ambiente propício para a vida microbiana, inclusive os ingredientes químicos essenciais para a vida.
Isso representa o dobro de instrumentos que os robôs lançados anteriormente pela Nasa. Este será o primeiro a utilizar um laser para analisar o interior das rochas e analisar os gases com o espectrômetro que pode enviar dados à Terra.
O Curiosity leva todos os instrumentos para medir as condições de vida no passado e no presente, estudando as condições ambientais do planeta. Ele buscará compostos que contenham carbono - um dos principais ingredientes para a vida como se conhece - e avaliará como eram em suas origens. Ao contrário dos outros robôs, o Curiosity conta com o equipamento necessário para obter amostras de rochas e solo e processá-las.
A Nasa começou a planejar a missão MSL em 2003. Nos últimos oito anos, cientistas e engenheiros construíram e testaram as capacidades do robô, que, segundo as expectativas, levará a pesquisa planetária a outro nível.
"Esta máquina é o sonho de qualquer cientista", assinalou à imprensa Ashwin Vasavada, cientista adjunto do projeto MSL no Laboratório de Propulsão a Jato (JPL) em uma das sessões prévias informativas.
O Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, localizado na Califórnia, elaborou o Curiosity para que fosse capaz de superar obstáculos de até 65 centímetros de altura, com o objetivo de evitar que se prendesse, como aconteceu com o Spirit, e de se locomover cerca de 160 metros por dia.
EU MAIOR
"EU MAIOR traz uma reflexão contemporânea sobre autoconhecimento e busca da felicidade, por meio de entrevistas com expoentes de diferentes áreas, incluindo líderes espirituais, intelectuais, artistas e esportistas. Um filme sobre questões essenciais e universais, numa época de grandes transformações e desafios, que pedem níveis mais altos de discernimento e consciência individual.
Com duração prevista de 100 minutos, EU MAIOR está em fase de produção. O filme ficará pronto no final de 2011, e será distribuído progressivamente em cinema, tv, dvd e internet - onde a veiculação será gratuíta. Neste site você poderá saber mais sobre o documentário, assistir a trechos das entrevistas que já foram gravadas, e juntar-se às pessoas e instituições que estão apoiando este projeto inovador."
NASA recruta novos astronautas
A agência espacial norte-americana, a NASA, abriu nesta terça-feira(15/11/2011) inscrições para candidatos que sonharam, ou sonham um dia em ser astronauta. Charles Bolden, diretor da NASA, fez esse anúncio durante uma coletiva de apresentação dos cinco novos astronautas da turma de 2009.
Essa turma de 2009 é a primeira que se formou em uma nova fase de vôos espaciais para os Estados Unidos, após o fim da era de viagens ao espaço com “ônibus” espaciais. A NASA irá recrutar novos astronautas através da página de empregos federais USAJobs.gov onde tudo é explicado, como os requisitos para os candidatos, assim também como o salário que irá ficar entre US$ 64.724,00 à US$ 141.715,00 anuais.
Com o lema “NASA, onde o céu não é o limite”, a agência espacial norte-americana espera conseguir acrescentar em suas fileiras entre nove a quinze novos astronautas, que serão escolhidos em 2013. Os cidadãos americanos, maiores de idade, candidatos a uma vaga, deverão ter uma titulação acadêmica superior em uma dessas graduações: Biologia, Engenharia, Física ou Matemática, além de três anos de experiência profissional.
Com todas essas exigências, o que também será levado em conta, será o candidato que tenha realizado um mestrado em conta com experiência no ensino e ter os requisitos físicos exigidos, como ter uma estrutura entre 1,57 e 1,90 metros, uma pressão sanguínea que não exceda 140/90 milímetros de mercúrio e uma visão perfeita. Mesmo não havendo limite de idade, os selecionados na maioria das vezes costumam ter entre 26 e 40 anos. Mas vale lembrar, para quem estiver interessado em se inscrever a uma das vagas, as inscrições se encerra no dia 27 de janeiro de 2012.
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